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Código LM-038 · Categoria Abdominais
Investimento
De R$ 7.683,20 por
R$ 5.378,24
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 110,00
Custo anual aproximadoR$ 782,28
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Abdominal Vertical com Paralela Triceps
Abdominal Vertical com Paralela Triceps
Abdominal Vertical com Paralela Triceps

 

Estação de peso corporal com duas funções — abdominal vertical (cadeira do capitão), que eleva as pernas trabalhando o reto abdominal e os flexores do quadril, e paralela para mergulho de tríceps, com participação do peitoral e dos ombros.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Outras Especificações

Largura

0,70 m

Altura

1,60 m

Comprimento

1,10 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Abdominal Vertical com Paralela Tríceps — análise técnica e biomecânica

Cadeira do capitão (captain's chair) + mergulho de trícepsEstação de peso corporal · AbdominalReto abdominal, flexores do quadril, tríceps e peitoral
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O equipamento

O Abdominal Vertical com Paralela Tríceps (LM-038) é uma estação multifuncional de peso corporal com duas modalidades de exercício independentes. A função de abdominal vertical — conhecida como "cadeira do capitão" ou captain's chair — posiciona o praticante em suspensão com antebraços apoiados e costas na almofada lombar, elevando as pernas contra a gravidade para trabalhar o reto abdominal e os flexores do quadril. A paralela de tríceps permite o mergulho (dip), exercício multiarticular que recruta tríceps, peitoral e deltóide anterior.

Construção robusta e estável em aço com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla e pintura eletrostática a pó WEG, com acabamentos em aço inox escovado. A estação foi projetada para suportar cargas elevadas e uso intenso em academias de alta rotatividade.

Especificações Linha Muscle: Dupla função — cadeira do capitão (abdominal vertical) + paralela para dip de tríceps; estofado Soft Touch Diamond, costura dupla; pintura eletrostática WEG; acabamentos em aço inox escovado; peso corporal como resistência; categoria Abdominal.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular — abdominal vertical (joelhos ao peito) (%CVMi estimado)

Baseado em Sternlicht & Rugg (2003) e ACE (2001) comparando exercícios abdominais via EMG. Elevação de joelhos até 90°.

Reto abdominal (porção inferior) (primário na cadeira do capitão)
~85%
Iliopsoas (primário — flexão do quadril é o motor principal)
~78%
Reto femoral (sinergista — flexão do quadril)
~52%
Oblíquo externo / interno (estabilizadores laterais)
~45%

Ativação muscular — mergulho de tríceps (dip) (%CVMi estimado)

Baseado em Dips et al. via Lehman et al. e dados EMG comparativos. Mergulho com tronco vertical, carga de peso corporal.

Tríceps braquial (todas as cabeças) (primário — extensão do cotovelo)
~84%
Peitoral maior (porção inferior) (primário — adução e depressão do ombro)
~70%
Deltóide anterior (sinergista — flexão do ombro na descida)
~48%
Serrátil anterior (estabilizador escapular durante o movimento)
~40%
03

Cadeira do capitão: biomecânica

A cadeira do capitão (captain's chair) é uma posição de suspensão com suporte de antebraços onde o praticante eleva os membros inferiores contra a gravidade. O American Council on Exercise (ACE, 2001) incluiu este exercício entre os mais eficazes para o reto abdominal em estudo EMG comparativo que avaliou 13 exercícios abdominais comuns.

Joelhos vs. pernas estendidas: Na versão com joelhos flexionados (hanging knee raise), a alavanca é menor — menor torque no quadril. Na versão com pernas estendidas (hanging leg raise), a alavanca é máxima e a exigência de força do iliopsoas e reto abdominal é significativamente maior. Iniciantes devem começar com joelhos flexionados.
Suspeita de rotação pélvica: A ativação do reto abdominal na cadeira do capitão ocorre principalmente durante a retroversão pélvica — quando a pelve roda posteriormente durante a elevação das pernas. Sem retroversão, o movimento é quase exclusivamente de flexores do quadril. O praticante deve conscientemente inclinar a pelve para trás ao elevar as pernas.
Relação com a coluna lombar: A elevação de pernas estendidas em suspensão gera alto torque de extensão lombar que deve ser controlado pela contração abdominal. Sem força abdominal suficiente, a lombar pode hiperlordosar durante o exercício. O apoio lombar do equipamento auxilia nesta estabilização.
04

Reto abdominal vs. flexores do quadril

Um dos debates mais frequentes em fisiologia do exercício envolve a participação relativa do reto abdominal e dos flexores do quadril (principalmente iliopsoas e reto femoral) nos exercícios de elevação de pernas:

Evidência EMG: Sternlicht & Rugg (2003) demonstraram que, na cadeira do capitão com joelhos ao peito, tanto o iliopsoas quanto o reto abdominal são altamente ativados. A ativação diferencial depende da técnica: retroversão pélvica ativa maximamente o reto abdominal; anteversão pélvica (arco lombar) privilegia o iliopsoas.
Estratégia de ativação: Para maximizar a ativação do reto abdominal: (1) iniciar a elevação com a pelve em posição neutra, (2) ao aproximar os joelhos do tronco, retroverter ativamente a pelve (arredondar levemente o lombar), (3) sentir a contração do abdômen "comprimindo" o tronco. Esta técnica desloca a ênfase dos flexores do quadril para o reto abdominal.
Treinamento do iliopsoas: A ativação do iliopsoas em exercícios de core não é intrinsecamente negativa — o iliopsoas é um músculo importante para a estabilidade lombar e para a performance esportiva. Praticantes de esportes que exigem corrida, salto e chutes devem incluir treinamento específico desta musculatura.
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Mergulho de tríceps (dip): biomecânica

O mergulho de tríceps (dip) é um exercício multiarticular de cadeia fechada para membros superiores que recruta tríceps braquial, peitoral maior e deltóide anterior. A participação relativa de cada músculo varia com o ângulo do tronco:

Tronco vertical = mais tríceps: Com o tronco ereto durante o dip, a linha de força passa mais próxima ao eixo do cotovelo e o tríceps é o principal motor da fase concêntrica (extensão do cotovelo). Indicado quando o objetivo é desenvolvimento do tríceps.
Tronco inclinado à frente = mais peitoral: Inclinar o tronco levemente para a frente durante o dip aumenta o componente de adução/flexão do ombro, recrutando mais o peitoral maior (porção inferior). Esta técnica é usada na variante "chest dip" para ênfase peitoral.
Carga progressiva: O dip usa o peso corporal como resistência, tornando-o um exercício de progressão natural. Praticantes avançados podem adicionar peso por colete ou corrente. A progressão mais segura inclui: (1) dip assistido por bandas elásticas ? (2) peso corporal ? (3) peso adicional.
Estresse no ombro: O dip gera carga significativa na articulação glenoumeral, especialmente na descida profunda. Praticantes com histórico de impacto ou instabilidade do ombro devem limitar a amplitude à posição onde o braço forma 90° com o antebraço, sem ultrapassar esse ponto.
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Execução: abdominal vertical

  1. 1
    Posição inicial: apoiar os antebraços nos suportes acolchoados, costas encostadas na almofada lombar, corpo suspenso com pernas estendidas para baixo. Ombros ligeiramente "encaixados" — não deixar o trapézio subir.
  2. 2
    Elevação (2 s): elevar os joelhos em direção ao peito (versão iniciante) ou elevar as pernas com joelhos estendidos (versão avançada). Na elevação, retroverter levemente a pelve para maximizar a ativação abdominal.
  3. 3
    Controle excêntrico (3 s): descer os membros inferiores de forma lenta e controlada. O controle excêntrico é o diferencial para o desenvolvimento de força e hipertrofia abdominal. Não balançar o corpo para usar impulso.
07

Execução: mergulho de tríceps

  1. 1
    Posição inicial: apoiar as palmas nas barras paralelas, braços estendidos, corpo suspenso. Cruzar os tornozelos ou manter os pés paralelos para baixo. Ombros levemente deprimidos (não encolhidos).
  2. 2
    Descida (3 s): flexionar os cotovelos de forma controlada, descendo o corpo até os braços formarem 90° com os antebraços. Manter o tronco ligeiramente à frente das mãos para melhor equilíbrio. Não descer além de 90° se houver dor ou desconforto no ombro.
  3. 3
    Subida (2 s): estender os cotovelos de forma potente, elevando o corpo de volta à posição inicial. Não travar os cotovelos ao atingir a posição de topo — manter leve flexão para preservar a articulação.
08

Segurança e progressão

Balançar no abdominal: Usar balanço do corpo (momentum) para elevar as pernas é o erro mais comum na cadeira do capitão. Isso remove o reto abdominal do papel motor e transforma o exercício em um balanço de quadril. Realizar movimentos lentos e controlados é obrigatório.
Amplitude no dip: A descida excessiva no dip coloca o ombro em abdução e rotação externa extremas com carga — posição de alto risco para o manguito rotador e o lábio glenoidal. Manter a amplitude segura (90° de flexão de cotovelo) é a regra.
Progressão do abdominal vertical: Iniciante ? joelhos ao peito · Intermediário ? pernas a 45° · Avançado ? pernas estendidas paralelas ao solo · Expert ? pernas além de 90° (L-sit).
Progressão do dip: Iniciante (com bandas elásticas de assistência) ? Peso corporal completo ? Peso adicional (colete com anilhas). Cada nível deve ser consolidado com 3 séries de 8–12 repetições antes de progredir.
09

Referências científicas

  1. American Council on Exercise (ACE). (2001). Abdominal Exercises: A Research Study Comparing Various Exercises. ACE Certified News. San Diego: ACE.
  2. Sternlicht, E., & Rugg, S. (2003). Electromyographic analysis of abdominal muscle activity using portable abdominal exercise devices and a traditional crunch. Journal of Strength and Conditioning Research, 17(3), 463–468. PMID: 12930175.
  3. Escamilla, R.F., Lewis, C., Bell, D., et al. (2010). Core muscle activation during Swiss ball and traditional abdominal exercises. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 40(5), 265–276. PMID: 20436242.
  4. Lehman, G.J. (2005). The influence of grip width and forearm pronation/supination on upper-body myoelectric activity during the flat bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 19(3), 587–591. PMID: 16095407.
  5. Calatayud, J., Borreani, S., Colado, J.C., et al. (2014). Muscle activity levels in upper-body push exercises with different loads and stability conditions. The Physician and Sportsmedicine, 42(4), 106–119. PMID: 25419900.
  6. McGill, S.M. (2001). Low back stability: from formal description to issues for performance and rehabilitation. Exercise and Sport Sciences Reviews, 29(1), 26–31. PMID: 11210443.
  7. Contreras, B., Cronin, J., & Schoenfeld, B. (2011). Barbell hip thrust. Strength and Conditioning Journal, 33(5), 58–61.
  8. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Estação vertical que combina duas funções: o abdominal vertical (tipo “cadeira do capitão”), em que o usuário se apoia pelos antebraços e costas e eleva as pernas, trabalhando o reto abdominal e os flexores do quadril; e a paralela para tríceps (mergulho), que foca o tríceps, com auxílio do peitoral e dos ombros.

É uma estação de peso corporal com apoios de antebraço, encostos acolchoados, manoplas de pegada, barras paralelas para o mergulho e plataformas de apoio dos pés antiderrapantes para o posicionamento. A intensidade varia conforme a execução — elevar os joelhos flexionados é mais fácil; elevar as pernas estendidas aumenta a dificuldade.

Suba pelas plataformas de apoio, apoie os antebraços e as costas e, para o abdômen, eleve as pernas de forma controlada a partir da contração abdominal, sem balançar o corpo. Para o tríceps, apoie-se nas barras paralelas e desça e suba o corpo com amplitude segura, mantendo os cotovelos próximos ao tronco.

A resistência é o próprio peso corporal; a intensidade é ajustada pela variação da execução e da amplitude (joelhos flexionados ou pernas estendidas no abdômen; profundidade do mergulho no tríceps), sendo ideal para ganho de força e controle.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com apoios em estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada e plataformas de apoio dos pés antiderrapantes — robustez e segurança para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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