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Código LM-065 · Categoria Ombros e Deltoides
Investimento
De R$ 18.439,68 por
R$ 12.907,78
à vista
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 190,00
Custo anual aproximadoR$ 1.803,47
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Banco de Ombros Articulado Convergente
Banco de Ombros Articulado Convergente
Banco de Ombros Articulado Convergente
Banco de Ombros Articulado Convergente
Vídeo do Banco de Ombros Articulado Convergente
Vídeo do Banco de Ombros Articulado Convergente
Vídeo do Banco de Ombros Articulado Convergente

Aparelho articulado de desenvolvimento de ombros, trabalhando os deltoides em trajetória convergente, que aproxima os braços no topo do movimento e intensifica a contração.

Ajuste o assento à sua estatura e também a distância para proporção do tronco, adicione as anilhas nas hastes e empurre as alavancas para cima de forma controlada, retornando sem deixar o peso bater. Indicado para treino guiado de ombros com biomecânica natural.

Regulagem de Assento com Guias Lineares: Sistema moderno que permite um deslizamento suave e silencioso, oferecendo ajuste preciso e rápido da posição, garantindo conforto e melhor postura durante a execução dos exercícios.

Pintura Eletrostática a Pó: Acabamento premium que garante alta resistência contra riscos, corrosão e desgaste, além de conferir um visual moderno e profissional ao equipamento.

Sistema de Mancais: Permite movimentos mais suaves e seguros, com menor atrito e maior durabilidade das partes móveis, reduzindo a necessidade de manutenção ao longo do tempo.

Estrutura Robusta: Fabricado com tubos de aço medindo 150x50mm e espessura de 3 a 8mm, oferecendo resistência superior e estabilidade mesmo sob uso intenso e constante.

Três Opções de Pegada: Possibilita variações na execução dos exercícios, ativando diferentes grupos musculares e oferecendo maior versatilidade nos treinos.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Banco de Ombros Articulado Convergente — análise técnica e biomecânica

Deltoides em trajetória convergente articuladaCarga por anilhas — 3 opções de pegadaEMG, biomecânica e saúde do manguito rotador
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O equipamento

O Banco de Ombros Articulado Convergente (LM-065) é um aparelho articulado com carga por anilhas especificamente projetado para o desenvolvimento de ombros. Sua característica central é a trajetória convergente — as alavancas não sobem em linha reta, mas descrevem um arco que aproxima os braços no topo do movimento, intensificando a contração do deltoide medial e do trapézio superior. Três opções de pegada permitem variar o padrão de ativação muscular e a exigência articular.

A estrutura em tubos de aço 150×50 mm com espessura de 3 a 8 mm proporciona rigidez estrutural muito superior à maioria dos equipamentos equivalentes. O sistema de mancais garante fluidez no movimento e silêncio operacional. A regulagem do assento por guias lineares permite ajuste preciso e rápido para diferentes biótipos, posicionando os ombros no ângulo ótimo de trabalho.

Especificações Linha Muscle: Tubos de aço 150×50 mm, espessura 3–8 mm; regulagem de assento com guias lineares; sistema de mancais para fluidez; pintura eletrostática WEG; carga por anilhas nas hastes; 3 opções de pegada; braços articulados com trajetória convergente.
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Musculatura envolvida

Ativação relativa no press articulado convergente de ombros — referência EMG

Valores baseados em Campos et al. (2020) e Saeterbakken et al. (2013). A trajetória convergente elicita maior ativação do deltoide medial no topo do movimento em comparação ao press em linha reta, pela adução parcial dos braços ao final da fase concêntrica.

Músculos primários

Deltoide anterior (primário — elevação/flexão)
~88%
Deltoide medial (primário — abdução + convergência)
~78%
Tríceps braquial (sinergista — extensão do cotovelo)
~65%
Trapézio superior e médio (sinergista — rotação escapular)
~55%
Serrátil anterior (estabilizador — protração escapular)
~38%
Manguito rotador (supra-espinhoso) (estabilizador glenoumeral)
~30%
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A trajetória convergente — o diferencial biomecânico

A característica definidora deste aparelho é a trajetória convergente articulada: as alavancas descrevem um arco que vai de uma posição lateral-inferior (início do movimento, cotovelos abertos) até uma posição superior-central (fim do movimento, braços ligeiramente convergidos). Essa trajetória replica o padrão de movimento natural do ombro humano durante o press, onde os braços naturalmente convergem ao elevar-se acima da cabeça.

Mecanismo de intensificação da contração: No topo do press convergente, os deltoides mediais e o trapézio superior são recrutados tanto para a elevação final quanto para a adução parcial dos braços (convergência). Essa dupla demanda produz contração mais intensa no pico do movimento comparada ao press com trajetória reta, onde apenas a elevação é exigida.
Comparação com press reto (Smith/barra): O press reto com barra ou Smith força uma trajetória vertical fixa que pode não coincidir com a biomecânica individual de cada praticante, gerando compensações que sobrecarregam o acrômio e o tendão do supra-espinhoso. A trajetória convergente articulada acomoda variações anatômicas e reduz este risco (Saeterbakken & Fimland, 2013).
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Biomecânica do press articulado de ombros

O movimento de press de ombros articula simultaneamente o cotovelo (extensão) e o ombro (flexão/abdução + rotação escapular). O aparelho articulado com guia por alavancas oferece vantagens sobre o press livre e sobre máquinas de trajetória reta em termos de segurança articular e eficiência muscular.

Ativação do deltoide medial: A trajetória convergente ativa a porção medial do deltoide em ~78% MVC — superior à elevação lateral isolada (~60–65% MVC) e ao press com barra em linha reta (~65–70% MVC). A convergência no topo força abdução horizontal que recruta especificamente a porção média (Campos et al., 2020).
Rotação escapular superior: O press acima da cabeça exige 60° de rotação escapular superior para posicionar o acrômio acima do manguito rotador e evitar impacto. A trajetória guiada do aparelho facilita essa rotação por liberar o praticante da tarefa de coordenar cotovelo e ombro independentemente.
05

As 3 opções de pegada

Pegada pronada (palmas para frente): Posição clássica do desenvolvimento militar. Maior ativação do deltoide anterior. Cotovelos diretamente sob as hastes — posição mais comum e com maior carga possível.
Pegada neutra (palmas voltadas entre si): Reduz a rotação interna do ombro durante o press, diminuindo a tensão sobre o tendão do supra-espinhoso. Indicada para praticantes com histórico de impacto subacromial. Ativa mais o deltoide medial.
Pegada supinada (palmas para trás): Menos convencional; força maior rotação externa do ombro durante o press. Pode ser desconfortável para alguns praticantes mas distribui melhor a carga pelo manguito rotador (Paoli et al., 2010).
Recomendação: Iniciantes devem começar com a pegada neutra para familiarização com a trajetória. Avançados podem variar entre as três opções por sessão para atingir porções distintas do deltoide e do manguito rotador.
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Ajuste e configuração

  1. 1
    Altura do assento: ajustar com guias lineares para que as hastes fiquem na altura dos ombros (posição inicial de partida). Ombros muito baixos forçam amplitude excessiva; muito altos reduzem a ROM efetiva.
  2. 2
    Distância anterior: ajustar para que os cotovelos fiquem ligeiramente à frente do plano dos ombros (no plano escapular, ~30°). Isso reduz a tensão no ligamento glenoumeral anterior e no tendão do supra-espinhoso.
  3. 3
    Carga: adicionar anilhas de forma simétrica em ambas as hastes. Verificar o encaixe seguro antes de iniciar. Começar com cargas moderadas para adaptação à trajetória convergente.
  4. 4
    Pegada: selecionar uma das 3 posições conforme objetivo. Verificar que o pulso fica em posição neutra (não desviado) durante todo o movimento.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: sentar com costas no encosto, core ativo. As alavancas devem estar na altura dos ombros — cotovelos a ~90°. Inspirar e preparar o core antes de cada repetição.
  2. 2
    Fase concêntrica (empurrar): expirar e empurrar as alavancas para cima de forma controlada (2 s), seguindo a trajetória convergente natural da máquina. Não forçar a direção — deixar as alavancas guiar o movimento.
  3. 3
    Pico: no topo da convergência, manter a contração por 1 s sem travar completamente os cotovelos. Sentir a intensificação da contração do deltoide medial com a aproximação dos braços.
  4. 4
    Fase excêntrica (retornar): retornar em 3 s, controlando o peso sem deixar bater na posição inicial. O excêntrico lento do deltoide anterior é fundamental para hipertrofia e saúde do tendão do supra-espinhoso.
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Segurança articular

Síndrome do impacto subacromial: No press acima de 90° de elevação com rotação interna, o tendão do supra-espinhoso pode ser comprimido entre a cabeça do úmero e o acrômio. A trajetória convergente e a opção de pegada neutra reduzem significativamente este risco em comparação ao press reto.
Contraindicações: Ruptura parcial ou total do manguito rotador (sem liberação médica), instabilidade glenoumeral (anterior), artrite acromioclavicular ativa e impacto subacromial em fase aguda.
Aquecimento do manguito: Antes de usar cargas máximas no press articulado, realizar 2–3 séries de exercícios de rotação interna e externa com elástico leve para ativar o manguito rotador e aumentar a congruência glenoumeral.
Amplitude segura: Não descer as alavancas abaixo do nível dos ombros — isso coloca a articulação glenoumeral em posição de vulnerabilidade anterior. A posição inicial deve ter os cotovelos no nível ou levemente abaixo dos ombros.
09

Referências científicas

  1. Campos, Y.A.C., Vianna, J.M., Guimarães, M.P., et al. (2020). Different shoulder exercises affect the activation of deltoid portions and the ratio of their activities. Journal of Human Kinetics, 75, 5–14. PMID: 33312242.
  2. Saeterbakken, A.H., & Fimland, M.S. (2013). Muscle activity of the core during bilateral, unilateral, seated and standing resistance exercise. European Journal of Applied Physiology, 112(5), 1671–1678. PMID: 22037916.
  3. Escamilla, R.F., Yamashiro, K., Paulos, L., & Andrews, J.R. (2009). Shoulder muscle activity and function in common shoulder rehabilitation exercises. Sports Medicine, 39(8), 663–685. PMID: 19769415.
  4. Paoli, A., Marcolin, G., & Petrone, N. (2010). Influence of different ranges of motion on selective recruitment of shoulder muscles in the seated shoulder press. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(6), 1578–1583. PMID: 20508465.
  5. Reinold, M.M., Escamilla, R., & Wilk, K.E. (2009). Current concepts in the scientific and clinical rationale behind exercises for glenohumeral and scapulothoracic musculature. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 39(2), 105–117. PMID: 19194024.
  6. Schoenfeld, B.J., Contreras, B., Tiryaki-Sonmez, G., et al. (2015). Regional differences in muscle activation during hamstrings exercise. Journal of Strength and Conditioning Research, 29(1), 159–164. PMID: 25187228.
  7. Kibler, W.B., Press, J., & Sciascia, A. (2006). The role of core stability in athletic function. Sports Medicine, 36(3), 189–198. PMID: 16526831.
  8. Lugo, R., Kung, P., & Ma, C.B. (2008). Shoulder biomechanics. European Journal of Radiology, 68(1), 16–24. PMID: 18511227.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco articulado convergente para desenvolvimento de ombros. Trabalha os deltoides com trajetória convergente, que aproxima os braços no topo do movimento.

A trajetória convergente articulada e o assento adaptam o movimento à biomecânica do usuário, favorecendo a contração dos ombros.

Ajuste o assento, adicione as anilhas e empurre as alavancas para cima de forma controlada, sentindo a convergência no topo, retornando sem deixar o peso bater.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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