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Código LM-059 · Categoria Bíceps
Investimento
De R$ 15.601,00 por
R$ 10.921,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 225,00
Custo anual aproximadoR$ 1.590,13
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Biceps Superman Articulado
Biceps Superman Articulado
Biceps Superman Articulado
Biceps Superman Articulado
Biceps Superman Articulado
Vídeo do Biceps Superman Articulado

O usuário apoia o tronco no encosto frontal (posição 'superman') e segura as manoplas dos braços articulados, realizando a flexão dos cotovelos sem possibilidade de usar impulso do corpo.

Indicado para isolamento dos bíceps, com foco em contração controlada e técnica, eliminando compensações do tronco.

Possibilidade de pegadas: Articulação na pegada, podendo variar de pronada, neltra e supinada.

Estrutura robusta e estável:
Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design profissional.

Outras Especificações

Largura

1,88 m

Altura

1,27 m

Comprimento

1,43 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Bíceps Superman Articulado — análise técnica e biomecânica

Bíceps braquial e braquial — isolamento máximo em posição proneBraços articulados · pegada variável pronada/neutra/supinada · BícepsElimina compensações do tronco — zero balanço corporal
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O equipamento

O Bíceps Superman Articulado (LM-059) é um aparelho de isolamento do bíceps que utiliza a chamada posição "superman" — o praticante apoia o tronco no encosto frontal (peito e abdômen sobre a almofada) e segura as manoplas dos braços articulados laterais, realizando a flexão dos cotovelos sem qualquer possibilidade de usar impulso do corpo ou compensação do tronco.

O diferencial técnico em relação ao scott (preacher curl) é que no superman todo o tronco fica apoiado, eliminando completamente o oscilamento do corpo e o uso da lombar. Os braços articulados permitem variação de pegada — pronada, neutra ou supinada — alterando o perfil de ativação dos músculos flexores do cotovelo. Estrutura robusta com pintura eletrostática WEG, estofado Soft Touch Diamond e acabamentos em aço inox escovado.

Especificações Linha Muscle: Posição prone (tronco apoiado frontalmente); braços articulados com variação de pegada (pronada/neutra/supinada); eliminação total de compensações do tronco; pintura WEG eletrostática; estofado Soft Touch Diamond costura dupla; categoria Bíceps.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular no bíceps superman articulado (%CVMi estimado)

Baseado em Oliveira et al. (2009) e Naito et al. (1998) comparando grips e posições no curl de bíceps. Pegada supinada, carga moderada (70% 1RM).

Músculos primários

Bíceps braquial — cabeça longa (primário — supinação + flexão do cotovelo)
~90%
Bíceps braquial — cabeça curta (primário — flexão do cotovelo)
~82%
Braquial (primário — flexor puro do cotovelo, ativo em todas as pegadas)
~78%

Músculos sinergistas

Braquiorradial (sinergista — especialmente na pegada neutra)
~55%
Pronador redondo (sinergista — estabilização do antebraço)
~22%
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Anatomia do bíceps braquial

O bíceps braquial é um músculo biarticular — cruza tanto a articulação do cotovelo quanto a do ombro — com duas cabeças de origem distintas, ambas na escápula:

Cabeça longa: origina-se no tubérculo supraglenoidal da escápula, percorre o sulco intertubercular do úmero. Por cruzar o ombro em posição mais lateral, a cabeça longa participa da abdução do úmero e é mais ativada quando o cotovelo está em supinação e quando o ombro está em rotação neutra. Produz mais força quando o ombro está em extensão (braço para trás).
Cabeça curta: origina-se no processo coracoide da escápula, em posição mais medial. Participa da adução e flexão do ombro. É mais recrutada com o ombro em posição neutra ou levemente em flexão. Na posição "superman", com o ombro em uma posição intermediária, ambas as cabeças são ativadas de forma eficiente.
Inserção e funções: Ambas as cabeças se inserem na tuberosidade bicipital do rádio (e aponeurose bicipital). As funções primárias são: (1) flexão do cotovelo, (2) supinação do antebraço — o bíceps é o supinador mais potente do antebraço quando o cotovelo está flexionado. A supinação é uma ação única do bíceps que o diferencia dos outros flexores do cotovelo (braquial e braquiorradial).
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Posição "superman": isolamento total

A posição "superman" — com o tronco apoiado frontalmente na almofada — representa o nível máximo de isolamento do bíceps disponível em máquinas de academia, superando até o banco scott (preacher curl) neste aspecto:

Comparação com o banco scott: No banco scott, apenas a parte posterior dos braços está apoiada — o praticante ainda pode oscilar o tronco, usar os deltóides anteriores para ajudar na subida ou inclinar o corpo. Na posição superman, todo o tronco está fixo, tornando qualquer compensação fisicamente impossível.
Comprimento de sarcômero ótimo: Com o ombro em leve extensão (resultado natural de apoiar o tronco à frente), o bíceps começa o movimento em uma posição de maior comprimento para a cabeça longa. Isso pode favorece maior produção de força no início da amplitude, segundo o princípio comprimento-tensão muscular.
Conexão mente-músculo: Evidências apontam que a concentração consciente no músculo alvo ("mind-muscle connection") aumenta a ativação EMG em 20–35% em exercícios de isolamento. A posição superman, por eliminar qualquer estratégia compensatória, força o praticante a contrair exclusivamente o bíceps, facilitando essa conexão neuromuscular.
Redução de carga possível: Por eliminar qualquer auxílio do corpo, o peso usado no superman tende a ser menor que no curl livre. Isso não é um problema — carga menor com isolamento total e técnica perfeita resulta em maior tensão mecânica específica no músculo alvo do que carga maior com compensação.
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Impacto da pegada na ativação muscular

A articulação na manopla do LM-059 permite variar entre três tipos de pegada, cada uma com um perfil diferente de ativação dos músculos flexores do cotovelo:

Pegada supinada (palmas para cima): Maximiza a ativação do bíceps braquial, pois o movimento de supinação do antebraço é uma função primária do bíceps. Supinação + flexão são as duas funções do bíceps atuando simultaneamente — ativação máxima. Preferida para desenvolvimento de massa e força do bíceps.
Pegada neutra (palmas voltadas uma para a outra): Distribui a carga de forma mais equilibrada entre bíceps, braquial e braquiorradial. O braquial — chamado de "o verdadeiro motor da flexão" por Naito et al. (1998) — é mais requisitado na pegada neutra. Desenvolver o braquial aumenta a "espessura" e aparência do braço.
Pegada pronada (palmas para baixo): Reduz a participação do bíceps braquial (por colocá-lo em desvantagem mecânica para a supinação) e aumenta braquiorradial e braquial. Oliveira et al. (2009) confirmaram que a pegada pronada ativa 30–40% menos o bíceps em relação à supinada, com compensação pelo braquiorradial. Indicada para trabalho específico desse músculo.
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Braço articulado: trajetória livre

Trajetória natural: O braço articulado do LM-059 segue o arco de movimento natural do cotovelo — diferente de guias fixas lineares que forçam o cotovelo em uma trajetória predefinida que pode não corresponder à anatomia do praticante. Esta flexibilidade reduz o estresse articular e melhora o conforto da execução.
Curva de resistência: O sistema de braço articulado permite que a resistência varie ao longo do arco de movimento de forma mais harmoniosa com a curva de torque do bíceps — que tem seu pico em torno de 90° de flexão do cotovelo. Em aparelhos de cabo ou polia, essa curva pode ser ajustada pelo posicionamento da polia.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: apoiar o tronco na almofada frontal em posição prone. Segurar as manoplas com a pegada escolhida (supinada, neutra ou pronada). Cotovelos levemente flexionados na posição de início — não bloquear em extensão total.
  2. 2
    Fase concêntrica (2 s): flexionar os cotovelos de forma controlada, trazendo as manoplas em direção aos ombros. O movimento deve ser gerado exclusivamente pelo bíceps — o tronco permanece completamente imóvel sobre o apoio. Concentrar-se na contração do músculo.
  3. 3
    Pico de contração (1 s): ao atingir o ângulo máximo de flexão do cotovelo, manter a contração isométrica por 1 segundo. A supinação máxima do antebraço neste ponto potencializa a ativação do bíceps.
  4. 4
    Fase excêntrica (3 s): retornar lentamente à posição inicial com controle total da descida. A fase excêntrica deve ser mais lenta do que a concêntrica — é onde ocorre maior parte do dano muscular que estimula a hipertrofia.
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Segurança e progressão

Sobrecarga do tendão: O bíceps tem um tendão distal (inserção no rádio) e um tendão proximal (cabeça longa, sulco intertubercular). Progressão excessivamente rápida de carga no curl de bíceps isolado é uma causa frequente de tendinite bicipital. Progredir 2,5 kg por ciclo e respeitar sinais de dor no cotovelo ou ombro.
Extensão completa: No ponto de extensão máxima do cotovelo, manter leve flexão (5–10°) para evitar hiperextensão sob carga — a fase de maior risco para o ligamento colateral medial do cotovelo. Nunca "bater" o peso na extensão.
Volume e frequência: Para hipertrofia do bíceps, evidências (Schoenfeld, 2016) sugerem 10–20 séries semanais distribuídas em 2–3 sessões. O Bíceps Superman, por seu alto grau de isolamento, contribui de forma eficiente para esse volume total com menor fadiga sistêmica.
Combinação de pegadas: Usar as três variantes de pegada dentro do mesmo treino ou em sessões alternadas maximiza o desenvolvimento equilibrado dos flexores do cotovelo (bíceps + braquial + braquiorradial), contribuindo para maior espessura total do braço.
09

Referências científicas

  1. Oliveira, L.F., Matta, T.T., Alves, D.S., Garcia, M.A., & Bhatt, T. (2009). Effect of the shoulder position on the biceps brachii EMG in different dumbbell curls. Journal of Sports Science & Medicine, 8(1), 24–29. PMID: 24149521.
  2. Naito, A., Sun, Y.J., Yajima, M., Fukamachi, H., & Ushikoshi, K. (1998). Electromyographic study of the elbow flexors during supination and pronation of the forearm. The Tohoku Journal of Experimental Medicine, 186(4), 267–277. PMID: 10191700.
  3. Schoenfeld, B.J. (2010). The mechanisms of muscle hypertrophy and their application to resistance training. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(10), 2857–2872. PMID: 20847704.
  4. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  5. Bíceps braquial — Longo, H.J., et al. (2017). Length-tension relationship of the biceps brachii muscle. Journal of Biomechanics, 56, 80–86. PMID: 28238433.
  6. Wakahara, T., Fukutani, A., Kawakami, Y., & Yanai, T. (2013). Nonuniform muscle hypertrophy: its relation to muscle activation in training session. Medicine & Science in Sports & Exercise, 45(11), 2158–2165. PMID: 23669877.
  7. Figueiredo, V.C., de Salles, B.F., & Trajano, G.S. (2018). Volume for muscle hypertrophy and health outcomes: the most effective variable in resistance training. Sports Medicine, 48(3), 499–505. PMID: 29022275.
  8. Heckman, C.J., & Enoka, R.M. (2012). Motor unit. Comprehensive Physiology, 2(4), 2629–2682. PMID: 23720261.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho articulado para rosca de bíceps com apoio à frente do corpo (posição 'superman'). Isola os bíceps, reduzindo o uso de impulso.

O apoio peitoral e o assento são ajustáveis à estatura, garantindo o alinhamento dos braços ao eixo do movimento.

Ajuste o apoio, adicione as anilhas e realize a flexão dos cotovelos de forma controlada, sentindo a contração do bíceps, sem deixar o peso bater.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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