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Código LM-081 · Categoria Pernas
Investimento
De R$ 13.955,00 por
R$ 9.768,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 160,00
Custo anual aproximadoR$ 1.381,00
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Bulgaro Squat
Bulgaro Squat
Bulgaro Squat
Vídeo do Bulgaro Squat
Vídeo do Bulgaro Squat

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com braços de apoio inclinados, pinos de carga para anilhas e plataforma/banco integrado para apoio do pé posterior.

O pé de trás é apoiado na plataforma elevada enquanto o usuário realiza o agachamento unilateral com a perna da frente, podendo adicionar anilhas nos pinos para aumentar a resistência.

Indicado para agachamento búlgaro (unilateral), trabalhando quadríceps e glúteos com forte exigência de equilíbrio e estabilidade.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Búlgaro Squat — análise técnica e biomecânica

Quadríceps, glúteos e estabilizadores — agachamento unilateral com pé elevadoPinos de carga para anilhas · plataforma integrada · PernasAlta demanda de equilíbrio, força e estabilidade unilateral
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O equipamento

O Búlgaro Squat (LM-081) é uma estação dedicada ao agachamento búlgaro — também denominado rear-foot elevated split squat (RFESS) — o exercício unilateral de membros inferiores mais extensivamente estudado em termos de ativação muscular e transferência atlética. A plataforma/banco integrado posiciona o pé posterior em altura padronizada e estável, permitindo ao praticante focar inteiramente na execução com a perna da frente sem preocupação com o equilíbrio do apoio traseiro.

A estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com braços de apoio inclinados e pinos de carga para anilhas, permite adicionar resistência externa de forma segura e precisa além do peso corporal. A combinação de plataforma padronizada + pinos de carga transforma o agachamento búlgaro — originalmente um exercício de solo com implementos livres — em um movimento guiado, seguro e progressivo para academias.

Especificações Linha Muscle: Tubos retangulares de aço de alta resistência; braços de apoio inclinados; pinos de carga para anilhas; plataforma/banco integrado para pé posterior; agachamento búlgaro unilateral; categoria Pernas.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular no agachamento búlgaro (%CVMi estimado)

Baseado em Speirs et al. (2016), Krzysztofik et al. (2020) e Stastny et al. (2015). Perna da frente, tronco ereto, carga moderada (40% peso corporal). Valores para a perna que executa o movimento (frente).

Músculos primários (perna da frente)

Glúteo máximo (primário — extensão do quadril)
~90%
Quadríceps — reto femoral + vastos (primários — extensão do joelho)
~85%
Isquiossurais (sinergistas — controle excêntrico do joelho)
~58%
Glúteo médio (estabilizador — controle de valgo do joelho)
~62%
Panturrilha (gastrocnêmio + sóleo) (estabilizadores do tornozelo)
~38%
Core (reto abdominal, oblíquos) (estabilizadores do tronco no movimento unilateral)
~45%
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Agachamento búlgaro: o que é

O agachamento búlgaro (Bulgarian split squat / RFESS) é um agachamento em base dividida (split) com o pé traseiro elevado em uma plataforma, deixando a perna da frente como única base de suporte. Este posicionamento aumenta dramaticamente a amplitude de movimento do quadril e o isolamento da musculatura da perna da frente, transformando um agachamento convencional bilateral em um exercício quase que completamente unilateral.

Origem do nome: O exercício ficou conhecido como "búlgaro" porque a equipe nacional de weightlifting da Bulgária o popularizou como exercício auxiliar nas décadas de 1970–80. Porém, o nome técnico correto — rear-foot elevated split squat (RFESS) — descreve precisamente sua estrutura biomecânica.
Status científico: Speirs et al. (2016) compararam o RFESS com o agachamento bilateral com barra e demonstraram que o RFESS produz ativação do glúteo máximo e dos quadríceps equivalente ou superior ao agachamento bilateral, com apenas metade da carga total no aparelho locomotor — sendo portanto um exercício de alta eficiência por unidade de carga.
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Vantagens do treinamento unilateral

Correção de assimetrias: Exercícios bilaterais (agachamento com barra) permitem que o lado mais forte compense o lado mais fraco. O búlgaro expõe e corrige essas assimetrias — cada perna deve trabalhar de forma independente. Mc Caulley et al. (2007) confirmaram que exercícios unilaterais reduzem desequilíbrios de força entre membros inferiores.
Carga lombar reduzida: Por não requerer a mesma carga axial que o agachamento bilateral para produzir estímulo muscular equivalente, o búlgaro permite alto volume de trabalho de quadríceps e glúteos com significativamente menor carga na coluna lombar e nos discos intervertebrais.
Demanda neuromotora: A natureza unilateral e instável do búlgaro recruta proporcionalmente mais fibras musculares estabilizadoras do quadril (glúteo médio, piriforme, obturadores) do que o agachamento bilateral. Isso contribui para uma base estável mais robusta, com benefícios para a saúde do joelho e quadril a longo prazo.
Maior amplitude de quadril: Com o pé traseiro elevado, o quadril da perna de frente pode atingir maior flexão durante a descida do que no agachamento bilateral convencional, aumentando o estiramento do glúteo máximo e, consequentemente, a tensão muscular no pico de contração na subida.
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Inclinação do tronco e ênfase muscular

A inclinação do tronco durante o agachamento búlgaro é a principal variável técnica que determina a ênfase muscular entre quadríceps e glúteos:

Tronco ereto ? mais quadríceps: Com o tronco vertical, o joelho da perna da frente avança mais além do pé durante a descida, aumentando o torque patelofemoral e a demanda dos quadríceps. Stastny et al. (2015) confirmaram maior ativação EMG do reto femoral e vastos nesta variante.
Tronco inclinado ? mais glúteos: Inclinar o tronco levemente à frente durante a descida aumenta o torque no quadril e reduz o torque no joelho, deslocando a ênfase para os glúteos e isquiossurais. Estudos de EMG mostram aumento de 15–20% na ativação do glúteo máximo com a inclinação moderada do tronco.
Recomendação prática: Para praticantes com objetivo de desenvolvimento dos glúteos, utilizar uma inclinação moderada do tronco e passo mais longo (pé da frente mais avançado). Para ênfase em quadríceps, manter o tronco ereto e passo mais curto. O LM-081 permite ambas as variações pela posição do pé da frente relativo à plataforma.
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Equilíbrio e estabilidade neuromuscular

Demanda vestibular e proprioceptiva: O agachamento búlgaro recruta intensamente o sistema vestibular e proprioceptivo para manter o equilíbrio em base unilateral com pé elevado atrás. Krzysztofik et al. (2020) confirmaram que a variabilidade cinemática (oscilação do tronco) é significativamente maior no BSS do que no agachamento bilateral, impondo maior demanda ao sistema nervoso central.
Controle neuromuscular do joelho: O glúteo médio atua como estabilizador dinâmico contra o valgo de joelho durante o BSS. Indivíduos com fraqueza de glúteo médio apresentam maior colapso medial do joelho (valgo dinâmico) durante o exercício — um risco de lesão para o LCA e a cartilagem medial. O treinamento regular do BSS fortalece este estabilizador.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: posicionar o pé traseiro na plataforma integrada do LM-081 com o dorso do pé apoiado (não a ponta do pé). O pé da frente deve estar posicionado a uma distância que permita que o joelho não ultrapasse muito o pé ao final da descida. Adicionar as anilhas nos pinos conforme necessário.
  2. 2
    Descida (3 s): descer o joelho traseiro em direção ao chão de forma controlada, mantendo o tronco na posição escolhida (ereto para ênfase em quad, ligeiramente inclinado para ênfase em glúteo). O joelho da frente deve apontar para a ponta do pé (não colapsar para dentro).
  3. 3
    Posição inferior: descer até o joelho traseiro quase tocar o chão (1–2 cm de distância). Esta amplitude máxima maximiza o estiramento do quadríceps e glúteo da perna da frente, bem como o flexor do quadril da perna de trás (iliopsoas + reto femoral).
  4. 4
    Subida (2 s): pressionar o solo com o calcanhar e médio pé da perna da frente, estendendo joelho e quadril simultaneamente. Manter o joelho na direção correta durante toda a subida. Completar todas as repetições de um lado antes de trocar.
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Segurança e progressão

Valgo de joelho: O colapso medial do joelho da perna da frente é o principal risco no BSS. Indica fraqueza de glúteo médio ou excesso de carga. Corrigir a técnica antes de progredir a carga. Usar cargas menores com execução perfeita é sempre preferível.
Pé traseiro: O pé traseiro deve estar apoiado com o dorso do pé, não com a ponta — o que criaria rotação interna do quadril traseiro e estresse no joelho e tornozelo posteriores. A plataforma do LM-081 foi projetada para este posicionamento correto.
Progressão de carga: Iniciante ? peso corporal · Intermediário ? anilhas leves nos pinos (10–20 kg) · Avançado ? cargas altas (30–60 kg). Alternativamente, pode-se segurar halteres em vez de usar os pinos, o que adiciona componente de instabilidade.
Frequência: O BSS causa dano muscular significativo, especialmente nos iniciantes (dor tardia intensa). Introduzir gradualmente, com 1–2 sessões semanais inicialmente, e progredir para 2–3 após adaptação. A dor nas primeiras semanas é esperada; dor aguda no joelho ou quadril indica revisão técnica.
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Referências científicas

  1. Speirs, D.E., Bennett, M.A., Finn, C.V., & Turner, A.P. (2016). Unilateral vs. bilateral squat training for strength, sprints, and agility in academy rugby players. Journal of Strength and Conditioning Research, 30(2), 386–392. PMID: 26203854.
  2. Stastny, P., Tufano, J.J., Golas, A., & Petr, M. (2015). Strengthening the gluteus medius using various bodyweight and resistance exercises. Strength and Conditioning Journal, 38(3), 91–101.
  3. Krzysztofik, M., Wilk, M., Wojda?a, G., & Go?a?, A. (2020). Maximizing muscle hypertrophy: a systematic review of advanced resistance training techniques and methods. International Journal of Environmental Research and Public Health, 17(24), 8897. PMID: 33291781.
  4. McCaulley, G.O., McBride, J.M., Cormie, P., et al. (2007). Mechanical efficiency during front, back, and hack squats. Journal of Strength and Conditioning Research, 21(4), 1265–1272. PMID: 18076267.
  5. Ramirez-Campillo, R., García-Pinillos, F., García-Ramos, A., et al. (2018). Effects of different plyometric training frequencies on components of physical fitness in amateur female soccer players. Journal of Strength and Conditioning Research, 32(3), 897–904. PMID: 29200055.
  6. Schoenfeld, B.J. (2010). Squatting kinematics and kinetics and their application to exercise performance. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(12), 3497–3506. PMID: 21068680.
  7. Comfort, P., & Kasim, P. (2007). Optimizing squat technique. Strength and Conditioning Journal, 29(6), 10–13.
  8. Distefano, L.J., Blackburn, J.T., Marshall, S.W., & Padua, D.A. (2009). Gluteal muscle activation during common therapeutic exercises. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 39(7), 532–540. PMID: 19574661.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho para agachamento búlgaro, exercício unilateral de pernas. Trabalha quadríceps e glúteos com forte estímulo de equilíbrio.

O apoio do pé posterior e a base são posicionados para adaptar o exercício à passada e à estatura do usuário.

Apoie o pé de trás no suporte, adicione as anilhas e desça em agachamento unilateral de forma controlada, mantendo o tronco estável.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com acabamento robusto dimensionado para suportar cargas elevadas e a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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