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Código LM-049 · Categoria Glúteos
Investimento
De R$ 9.094,40 por
R$ 6.366,08
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 110,00
Custo anual aproximadoR$ 905,76
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.

Banco com estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência e estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, com apoio posicionado para sustentar as costas durante o movimento.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), posicionados sobre o quadril do usuário durante a execução.

Indicado para elevação pélvica (hip thrust), trabalhando principalmente os glúteos, com auxílio dos posteriores de coxa.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Elevação Pélvica Banco — hip thrust com suporte escapular dedicado

Glúteo máximo — exercício com maior ativação EMG documentada para os glúteosBanco com apoio escapular · carga por barra e/ou halteres · Categoria GlúteoExtensão de quadril com arco de movimento completo e sobrecarga máxima no topo
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O equipamento

O Elevação Pélvica Banco (LM-049) é um banco de suporte escapular projetado especificamente para execução do hip thrust (elevação pélvica com carga). O apoio posicionado sustenta a região das escápulas durante o movimento, permitindo que o praticante eleve o quadril desde o chão até a extensão completa com carga sobre o quadril (barra olímpica, barra comum ou halteres).

A diferença fundamental em relação a um banco de musculação convencional é o posicionamento e a geometria do apoio: o LM-049 é dimensionado para que a altura do apoio fique na altura correta das escápulas durante a execução do hip thrust, eliminando a instabilidade e o desconforto que ocorrem quando se usa um banco reto comum (geralmente alto demais ou largo demais para o hip thrust).

Especificações Linha Muscle: Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência; estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada; apoio escapular posicionado para hip thrust; carga por pesos livres (barra e/ou halteres) sobre o quadril do usuário; categoria Glúteo.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular no hip thrust com barra (%CVMi estimado)

Baseado em Contreras et al. (2015) e Neto et al. (2020) — eletromiografia de superfície no hip thrust com barra, carga moderada a pesada (70–85% 1RM). Medição no pico de extensão de quadril.

Músculos primários

Glúteo máximo (superior e inferior) (primário — extensão e rotação externa do quadril)
~95%

Músculos sinergistas

Isquiotibiais (bíceps femoral, semit., semimemb.) (sinergistas — extensão de quadril e flexão de joelho)
~62%
Glúteo médio e mínimo (sinergistas — abdução e rotação interna do quadril)
~48%
Quadríceps (vasto lateral, reto femoral) (sinergistas — extensão do joelho para manter ângulo 90°)
~38%
Eretores da espinha (estabilizadores lombares — controlam neutralidade da coluna)
~28%
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Anatomia do glúteo máximo

O glúteo máximo é o maior músculo do corpo humano em volume e um dos mais poderosos em termos de produção de torque. Sua anatomia é fundamental para entender por que o hip thrust é o exercício mais eficaz para seu desenvolvimento:

Origem e inserção: Origina-se na fáscia glútea, crista ilíaca, superfície posterior do sacro, cóccix e ligamento sacrotuberal. Insere-se na trato iliotibial (fibras superiores) e na tuberosidade glútea do fêmur (fibras inferiores). Esta dupla inserção explica por que o glúteo máximo tem papéis tanto na extensão de quadril quanto na estabilização do joelho via TI.
Função principal — extensão de quadril: O glúteo máximo é o principal extensor do quadril, especialmente a partir de 45° de flexão. Em posições onde o quadril está flexionado (como na posição inferior do hip thrust), o glúteo máximo está em posição de maior alongamento e, por isso, produz maior força. Este é o princípio biomecânico que explica a superioridade do hip thrust em relação ao agachamento para ativação do glúteo.
Divisões funcionais: As fibras superiores do glúteo máximo têm mais inserção no trato iliotibial (papel na estabilização do joelho e pelve) e recrutamento diferente das fibras inferiores (maior papel na extensão pura do quadril). Estudos de eletromiografia com eletrodos de profundidade mostram que o hip thrust recruta preferencialmente as fibras inferiores do glúteo máximo, onde a hipertrofia tem maior impacto na forma e função do músculo.
Inervação e tamanho motor: O glúteo máximo é inervado pelo nervo glúteo inferior (L5, S1, S2). Possui unidades motoras de diferentes tamanhos — as de limiar mais alto (fibras tipo II, mais hipertrofiáveis) são recrutadas apenas com cargas elevadas ou velocidades altas. Por isso, o hip thrust com carga pesada é mais eficaz para hipertrofia do que versões com peso corporal apenas.
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Hip thrust e superioridade EMG

Contreras et al. (2015) — estudo seminal: O estudo mais citado sobre ativação do glúteo máximo comparou o hip thrust com barra ao agachamento e ao levantamento terra em 13 mulheres treinadas. Os resultados demonstraram que o hip thrust produziu ativação do glúteo máximo superior (~2×) em comparação ao agachamento e ao levantamento terra, com médias de EMG de 95% CVMi no hip thrust vs. 47% CVMi no agachamento. Este estudo estabeleceu o hip thrust como o exercício de referência para o glúteo máximo.
Por que o hip thrust supera o agachamento para glúteo? No agachamento, o torque máximo sobre o glúteo ocorre na posição mais baixa (quando o quadril está flexionado), mas a resistência gravitacional também é máxima para o quadríceps nesse ponto — criando "competição" entre grupos musculares. No hip thrust, o torque sobre o glúteo é máximo exatamente no pico de extensão (posição mais alta), onde o quadríceps contribui minimamente, direcionando toda a produção de força para o glúteo.
Complementaridade com o agachamento: A literatura não sugere substituição do agachamento pelo hip thrust, mas complementaridade. O agachamento desenvolve melhor o quadríceps, os glúteos em comprimento e a força funcional integrada. O hip thrust desenvolve o glúteo máximo de forma específica, especialmente a força de extensão de quadril e a hipertrofia das fibras inferiores do glúteo. O treinamento de glúteo mais eficaz inclui ambos.
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Biomecânica da extensão de quadril

Perfil de torque no hip thrust: A curva de resistência do hip thrust com barra é determinada pela componente horizontal da força gravitacional em relação ao eixo de rotação do quadril. No início (quadril flexionado ~90°), a resistência sobre o glúteo é menor. No pico (quadril em extensão completa), a resistência é máxima — coincidindo com a posição de encurtamento máximo do glúteo. Esta sobrecarga no encurtamento favorece especialmente a hipertrofia sarcomérica.
Posição do joelho: Durante o hip thrust, o joelho deve permanecer a ~90° de flexão durante todo o movimento. Isso serve dois propósitos: (1) mantém a força dos isquiotibiais próxima da ineficiência mecânica (encurtados pelo joelho fletido), forçando o glúteo a assumir toda a produção de extensão de quadril; (2) garante que os pés permaneçam estáveis no chão como ponto de apoio da alavanca.
Pelve neutra vs. antervertida: Manter a pelve em posição neutra (nem antervertida nem retrovertida) durante o hip thrust é essencial para maximizar o recrutamento do glúteo. Uma retroversão excessiva da pelve no topo do movimento (inclinação posterior do ilíaco) tende a aumentar a ativação dos isquiotibiais às custas do glúteo. Estabilidade neutral maximiza a especificidade.
Hiperextensão lombar: O erro técnico mais comum no hip thrust é a hiperextensão lombar no topo do movimento. Ao tentar "subir mais alto", muitos praticantes arquam a lombar excessivamente em vez de estender o quadril. A extensão deve vir do quadril, não da coluna — monitorar que a lombar permanece neutra durante toda a amplitude.
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Posicionamento no banco

  1. 1
    Posição da escápula: apoiar a região da escápula (omoplata) no borda superior do banco. A borda deve ficar aproximadamente na linha infraescapular. Não apoiar na região cervical (pescoço) — o suporte deve ser nas escápulas para que a cabeça fique livre.
  2. 2
    Posição dos pés: pés planos no chão, largura dos quadris, joelhos a ~90°. A distância dos pés ao banco deve ser ajustada para que, no pico de extensão, a tíbia fique vertical — joelho diretamente sobre o calcanhar.
  3. 3
    Posicionamento da barra: a barra deve repousar no vinco do quadril (região inguinal superior). Usar protetores/almofadas na barra para distribuir a pressão. A barra deve ficar equilibrada sobre ambos os lados do quadril.
  4. 4
    Preensão da barra: segurar a barra com ambas as mãos (pegada pronada, abertura de ombros) para estabilizá-la durante o movimento. A preensão impede rolamento da barra durante a execução.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: quadril próximo ao chão, barra posicionada no vinco do quadril, costas apoiadas no banco. Respirar profundamente, contraindo o core (manobra de Valsalva modificada) antes de iniciar o movimento.
  2. 2
    Fase concêntrica (1–2 s): empurrar os calcanhares contra o chão e estender o quadril de forma explosiva-controlada. O movimento deve ser liderado pelo quadril — a lombar permanece neutra. Subir até que o quadril esteja completamente estendido (corpo paralelo ao chão).
  3. 3
    Pico de extensão (1–2 s): manter o quadril estendido, contrair ativamente o glúteo máximo. Verificar: tíbia vertical, lombar neutra, cabeça alinhada com a coluna. Expirar neste ponto. A contração voluntária ativa no topo aumenta a ativação EMG do glúteo.
  4. 4
    Fase excêntrica (2–3 s): descer o quadril de forma controlada em direção ao chão. Não pousar completamente — manter leve tensão no glúteo na posição inferior para evitar perda de controle e re-iniciar imediatamente o próximo repetição.
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Progressão e variações

Iniciantes — sem carga: Iniciar sem barra (apenas peso corporal) para aprendizagem do padrão de movimento. Focar em extensão completa de quadril e neutralidade da lombar. Progredir para halteres leves sobre o quadril antes de usar a barra olímpica.
Progressão de carga: O hip thrust suporta cargas elevadas — atletas experientes trabalham com 1,5–2× o peso corporal na barra. A progressão deve ser de 5 kg por ciclo (quando 3×8–10 repetições são executadas com técnica perfeita). Evitar aumentos maiores que os que comprometam a técnica.
Variação com halteres: O uso de halteres (um ou dois) sobre o quadril facilita o posicionamento e permite ajustes de carga mais granulares. Indicado para iniciantes e praticantes com dificuldade no posicionamento da barra olímpica. A ativação EMG é similar entre barra e halteres na mesma carga relativa.
Unilateral — hip thrust com uma perna: A versão unilateral dobra a carga sobre o glúteo de cada lado, é útil para detectar e corrigir assimetrias glúteas, e aumenta a demanda de estabilidade do core. Iniciar com cargas menores e progredir gradualmente. Excelente variação para periodização e para praticantes avançados.
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Referências científicas

  1. Contreras, B., Vigotsky, A.D., Schoenfeld, B.J., et al. (2015). A comparison of gluteus maximus, biceps femoris, and vastus lateralis electromyographic activity in the back squat and barbell hip thrust exercises. Journal of Applied Biomechanics, 31(6), 452–458. PMID: 26192288.
  2. Neto, W.K., Vieira, T.L., & Gama, E.F. (2019). Barbell hip thrust, muscular activation and performance: a systematic review. Journal of Sports Science & Medicine, 18(2), 198–206. PMID: 31191088.
  3. Contreras, B., Cronin, J., Schoenfeld, B.J., et al. (2011). A biomechanical analysis of the hip thrust exercise. Strength and Conditioning Journal, 33(5), 87–90.
  4. Lehecka, B.J., Edwards, M., Haverkamp, R., et al. (2017). Building a better gluteus maximus: a review of the anatomy and evidence for training. International Journal of Sports Physical Therapy, 12(6), 833–841. PMID: 29158960.
  5. Delp, S.L., Hess, W.E., Hungerford, D.S., & Jones, L.C. (1999). Variation of rotation moment arms with hip flexion. Journal of Biomechanics, 32(5), 493–501. PMID: 10327003.
  6. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  7. Vigotsky, A.D., Halperin, I., Lehman, G.J., et al. (2018). Interpreting signal amplitudes in surface electromyography studies in sport and rehabilitation sciences. Frontiers in Physiology, 8, 985. PMID: 29354060.
  8. Bartlett, J.L., Sumner, B., Ellis, R.G., & Kram, R. (2014). Activity and functions of the human gluteal muscles in walking, running, sprinting, and climbing. American Journal of Physical Anthropology, 153(1), 124–131. PMID: 24218079.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco para elevação pélvica (hip thrust). Trabalha intensamente os glúteos, com auxílio de posteriores de coxa.

O apoio das costas e o posicionamento dão suporte ao hip thrust com barra ou pesos livres.

Apoie as costas na borda do banco, posicione a carga sobre o quadril e eleve a pelve até a extensão completa do quadril, contraindo os glúteos.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), o que dá total liberdade na escolha dos exercícios e na progressão das cargas.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada — estabilidade e conforto para suportar o uso intenso de academias e studios.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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