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Código LM-015 · Categoria Glúteos
Investimento
De R$ 15.523,20 por
R$ 10.866,24
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 195,00
Custo anual aproximadoR$ 1.553,28
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Elevação Pelvica Linear
Elevação Pelvica Linear
Elevação Pelvica Linear
Elevação Pelvica Linear
Elevação Pelvica Linear
Vídeo do Elevação Pelvica Linear
Vídeo do Elevação Pelvica Linear

O usuário apoia as costas no encosto, segura as manoplas e eleva o quadril em trajetória guiada por sistema de guias lineares e patins, com a resistência definida pelas anilhas inseridas nos pinos.

Indicado para elevação pélvica (hip thrust) com trajetória guiada, trabalhando os glúteos com auxílio dos posteriores de coxa.

Melhor adaptacão ao usuario: Regulagens de altura do encosto através de guias lineares de facil alteração, sem folgas e livre de manutenção.

Maior amplitude de movimento: Permite execuções mais completas e eficazes, otimizando o desenvolvimento muscular e a mobilidade articular.

Alta capacidade de carga: Suporta até 350 kg em anilhas, ideal para atletas de todos os níveis, do iniciante ao avançado.

Sistema de movimento suave e seguro: Equipado com guias lineares de alta precisão que possibilitam o deslizamento horizontal e vertical com fluidez e estabilidade.

Acabamento premium: Pintura eletrostática a pó resistente à oxidação, riscos e desgaste, garantindo durabilidade mesmo em uso intenso.

Estofamento reforçado: Estofado anatômico com dupla costura, que une conforto e resistência para suportar cargas elevadas com ergonomia.

Outras Especificações

Largura

2,50 m

Altura

1,70 m

Comprimento

1,30 m

Peso

40Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Elevação Pélvica Linear — hip thrust guiado de alta capacidade · até 350 kg

Glúteo máximo — extensão de quadril com trajetória guiada por guias lineares de precisãoCarga por anilhas nos pinos · encosto regulável · amplitude ampliada · Categoria GlúteoCapacidade até 350 kg — do iniciante ao atleta de elite
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O equipamento

A Elevação Pélvica Linear (LM-015) é um aparelho dedicado ao hip thrust com trajetória guiada por sistema de guias lineares de alta precisão, carga por anilhas encaixadas nos pinos e capacidade máxima de 350 kg. O usuário apoia as costas no encosto regulável, segura as manoplas laterais e eleva o quadril em trajetória guiada horizontal + vertical, com a resistência das anilhas transmitida ao quadril pelo sistema de transmissão do aparelho.

A trajetória guiada elimina instabilidades do hip thrust livre (com barra sobre o quadril) e permite execuções mais completas e seguras, com amplitude otimizada e controle total do movimento. A regulagem do encosto por guias lineares garante adaptação precisa à estatura do praticante. A capacidade de 350 kg posiciona o LM-015 como referência em glúteos para academias que atendem atletas de força, fisiculturistas e praticantes avançados.

Especificações Linha Muscle: Guias lineares de alta precisão (movimento horizontal + vertical); pinos de carga para anilhas (capacidade: 350 kg); encosto com regulagem por guias lineares; manoplas para estabilização; pintura eletrostática a pó resistente; estofado anatômico com dupla costura; dimensões: 2,50 m × 1,30 m × 1,70 m; peso: 40 kg.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na elevação pélvica guiada (%CVMi estimado)

Baseado em Contreras et al. (2015) e Neto et al. (2019). A trajetória guiada aumenta a consistência de ativação do glúteo ao eliminar compensações de estabilização lateral.

Músculo primário

Glúteo máximo (fibras inferiores) (primário — extensão e rotação ext. do quadril)
~97%

Músculos sinergistas

Isquiotibiais (bíceps femoral, semit., semimemb.) (sinergistas — extensão do quadril)
~58%
Glúteo médio e mínimo (sinergistas — estabilidade pélvica lateral)
~45%
Quadríceps (vasto medial, lateral, reto femoral) (sinergistas — manutenção do ângulo do joelho)
~35%
Adutores (magno, longo) (sinergistas — extensão do quadril na fase terminal)
~30%
Core (transverso, multífidos) (estabilizadores lombopélvicos)
~22%
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Trajetória guiada vs. hip thrust livre

Hip thrust com barra (livre): O hip thrust com barra sobre o quadril exige que o praticante controle a barra em três planos de movimento simultaneamente (anterior-posterior, médio-lateral e rotacional). Isso aumenta a demanda de estabilização, reduz a carga máxima possível e limita a amplitude de movimento em praticantes com mobilidade ou coordenação reduzidas. A barra pode rolar ou escorregar, criando risco e desconforto.
Hip thrust guiado (LM-015): As guias lineares eliminam a variabilidade de trajetória, permitindo que 100% do esforço neuromuscular seja direcionado ao glúteo máximo. A amplitude é determinada pela máquina — garantindo execuções completas independentemente do nível de experiência. A consistência da trajetória entre repetições e sessões facilita o controle da progressão de carga e a comparação de desempenho ao longo do tempo.
Custo de estabilização: Embora o hip thrust livre possa envolver mais músculos estabilizadores, esse custo não se traduz necessariamente em maior hipertrofia do glúteo — o músculo alvo. Estudos de Vigotsky et al. (2015) e Wernbom et al. (2007) indicam que a especificidade do exercício, não a complexidade, é o fator determinante para hipertrofia de grupos musculares específicos.
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Amplitude otimizada e sobrecarga no alongamento

Sobrecarga no alongamento (stretched-mediated hypertrophy): Pesquisas recentes de Kassiano et al. (2023) e Maeo et al. (2021) demonstraram que a sobrecarga no comprimento máximo do músculo (posição de maior alongamento) é especialmente eficaz para hipertrofia — possivelmente por mecanismos relacionados à expressão de genes miofibrilares e ao estresse mecânico nas miofibrilas em comprimento. O LM-015, ao permitir amplitude maior que o hip thrust com barra convencional (especialmente na posição inferior), pode maximizar esta forma de estímulo hipertrófico.
Comparação de amplitude: No hip thrust com barra em banco convencional, a posição inferior é limitada pela altura do banco — o quadril pode descer apenas até o nível do chão. No LM-015, a trajetória guiada permite que o quadril desça abaixo do nível do banco se o sistema assim permitir, aumentando a amplitude funcional e, consequentemente, o estímulo em comprimento. Esta amplitude adicional é especialmente relevante para praticantes com bom desenvolvimento glúteo que buscam estímulo adicional para progressão.
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Alta capacidade de carga e hipertrofia avançada

Por que 350 kg importa: Atletas de fisiculturismo, powerlifting e alto rendimento esportivo frequentemente atingem limites de carga de 150–200 kg no hip thrust com barra convencional. A capacidade de 350 kg garante que o LM-015 nunca se torna um limitador de desempenho, acompanhando o desenvolvimento de atletas ao longo de anos de treinamento progressivo — um parâmetro raramente encontrado em equipamentos de glúteo.
Progressão de sobrecarga e mTOR: A progressão de carga (sobrecarga progressiva) ativa a via mTORC1 (mechanistic target of rapamycin complex 1), o principal regulador intracelular da síntese proteica muscular. A disponibilidade de 350 kg garante que esta via permanece estimulada mesmo em praticantes com anos de treinamento — período em que muitos outros aparelhos de glúteo se tornam inadequados por limite de carga.
Segurança com cargas elevadas: Cargas muito altas no hip thrust exigem atenção à posição dos pés (firmeza no chão), neutralidade da coluna e respiração adequada. A manobra de Valsalva controlada (expiração durante a fase excêntrica, inspiração e contenção na fase concêntrica) estabiliza a coluna e o abdome durante o esforço máximo. Em cargas muito pesadas, usar cinto de levantamento de peso é uma prática comum e recomendada.
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Regulagem e configuração

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    Regulagem do encosto: ajustar a altura do encosto via guias lineares para que, na posição de trabalho, a borda superior do encosto fique na linha das escápulas. O encosto deve apoiar as escápulas, não o pescoço ou a lombar.
  2. 2
    Carregamento das anilhas: inserir anilhas nos pinos simetricamente. Verificar o travamento de segurança após o carregamento. Para iniciantes, utilizar anilhas pequenas para aprendizagem da técnica antes de progredir para cargas mais pesadas.
  3. 3
    Posicionamento dos pés: pés planos no chão, largura dos quadris. O ângulo dos pés pode ser levemente rotacionado externamente (10–15°) para maior conforto glenoumeral. Ajustar a distância ao aparelho para que, no pico, a tíbia fique aproximadamente vertical.
  4. 4
    Preensão das manoplas: segurar as manoplas com pegada firme. As manoplas estabilizam o tronco e servem como referência de posição. Não usar as manoplas para "puxar" e ajudar no movimento — isso reduz a tensão sobre o glúteo.
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Execução e técnica

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    Posição inicial: quadril na posição inferior, costas apoiadas no encosto, core contraído. Inspirar e realizar breve contenção para estabilizar o tronco. Sentir a tensão inicial sobre o glúteo antes de iniciar o movimento.
  2. 2
    Fase concêntrica (1–2 s): empurrar os calcanhares contra o chão, ativando deliberadamente o glúteo (conexão mente-músculo). Elevar o quadril em trajetória guiada até extensão completa. O tronco deve permanecer estável — sem inclinação lateral ou anterior.
  3. 3
    Pico (1–2 s): quadril estendido, glúteo contraído voluntariamente. Verificar coluna neutra — não hiperestender a lombar. Expirar. A contração isométrica no topo adiciona estímulo adicional ao glúteo máximo.
  4. 4
    Fase excêntrica (3 s): descer de forma lenta e controlada, buscando a maior amplitude possível na posição inferior. Aproveitar o alongamento do glúteo na posição mais baixa (tempo de pausa de 1–2 s no inferior maximiza a sobrecarga no alongamento para hipertrofia).
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Hip thrust no desempenho atlético

Transferência para sprint: Contreras et al. (2017) demonstraram que atletas que incorporaram o hip thrust ao treinamento melhoraram o tempo de sprint de 10 m e 30 m significativamente em comparação ao grupo que realizou apenas agachamento. O hip thrust desenvolve especificamente a força de extensão de quadril na posição ereta — exatamente o padrão motor do sprint e da corrida.
Transferência para salto: A força de extensão de quadril produzida pelo glúteo máximo é o principal determinante da altura de salto vertical e do comprimento do salto horizontal. Atletas com maior força de extensão de quadril (hip thrust 1RM) apresentam saltos superiores. A progressão de carga no hip thrust guiado, por permitir cargas maiores com segurança, maximiza este desenvolvimento.
Lesão e reabilitação: O hip thrust é amplamente utilizado na reabilitação de lesões do joelho (LCA, menisco), pois fortalece o glúteo máximo sem gerar grandes forças de compressão sobre a articulação do joelho. O aparelho guiado facilita este uso clínico, pois a trajetória controlada reduz o risco de movimentos compensatórios que poderiam sobrecarregar o joelho em reabilitação.
Efeito postural: O glúteo máximo fraco está associado à síndrome da tensão pélvica cruzada (cross pelvis syndrome) — anterversão pélvica excessiva, fraqueza glútea e encurtamento de flexores de quadril. O hip thrust progressivo no LM-015 é um dos exercícios mais eficazes para reequilibrar este desequilíbrio postural, desde que combinado com o alongamento dos flexores de quadril.
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Referências científicas

  1. Contreras, B., Vigotsky, A.D., Schoenfeld, B.J., et al. (2015). A comparison of gluteus maximus, biceps femoris, and vastus lateralis electromyographic activity in the back squat and barbell hip thrust exercises. Journal of Applied Biomechanics, 31(6), 452–458. PMID: 26192288.
  2. Neto, W.K., Vieira, T.L., & Gama, E.F. (2019). Barbell hip thrust, muscular activation and performance: a systematic review. Journal of Sports Science & Medicine, 18(2), 198–206. PMID: 31191088.
  3. Contreras, B., Cronin, J., Schoenfeld, B.J., et al. (2017). Does a hip thrust program enhance athletic performance in high school female athletes? Strength and Conditioning Journal, 39(2), 49–55.
  4. Kassiano, W., Costa, B., Nunes, J.P., et al. (2023). Which ROMs lead to rome? A systematic review of the effects of range of motion on muscle hypertrophy. Journal of Strength and Conditioning Research, 37(5), 1135–1144. PMID: 36696014.
  5. Maeo, S., Wu, Y., Huang, M., et al. (2021). Triceps brachii hypertrophy is substantially greater after elbow extension training performed in the overhead versus neutral arm position. European Journal of Sport Science, 23(7), 1–12. PMID: 34651553.
  6. Wernbom, M., Augustsson, J., & Thomeé, R. (2007). The influence of frequency, intensity, volume and mode of strength training on whole muscle cross-sectional area in humans. Sports Medicine, 37(3), 225–264. PMID: 17326698.
  7. Vigotsky, A.D., Contreras, B., & Beardsley, C. (2015). Biomechanical implications of skeletal muscle hypertrophy and atrophy: a musculoskeletal model. PeerJ, 3, e1462. PMID: 26730366.
  8. Lehecka, B.J., Edwards, M., Haverkamp, R., et al. (2017). Building a better gluteus maximus: a review of the anatomy and evidence for training. International Journal of Sports Physical Therapy, 12(6), 833–841. PMID: 29158960.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho linear para elevação pélvica (hip thrust). Foca os glúteos com trajetória guiada e carga progressiva.

O apoio das costas e o cinto/almofada de carga são reguláveis, adaptando o movimento à estatura do usuário.

Apoie as costas, adicione as anilhas e eleve a pelve até a extensão completa do quadril de forma controlada, contraindo os glúteos no topo.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino. O deslocamento ocorre sobre sistema de guias lineares com patins, garantindo movimento suave e preciso.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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