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Código LM-001 · Categoria Pernas
Investimento
De R$ 18.032,00 por
R$ 12.622,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 335,00
Custo anual aproximadoR$ 1.912,75
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Extensora Maquina
Extensora Maquina
Extensora Maquina
Extensora Maquina
Vídeo do Extensora Maquina
Vídeo do Extensora Maquina

Após o ajuste de distância do encosto, o usuário senta-se com as costas apoiadas e posiciona as canelas no estofamento acolchoado e estende os joelhos, com a resistência selecionada por pino na torre de peso.

Indicado para extensão de joelho, isolando o quadríceps, sentado.

Maior amplitude de movimento: permite execuções mais completas e eficazes, favorecendo o desenvolvimento muscular e a mobilidade articular.

Sistema de regulagem do assento com deslizamento em guias lineares: proporciona um ajuste suave, silencioso e preciso, garantindo conforto e alinhamento ideal.

Sistema de regulagem do apoio de tornozelo autorregulável: ajuste prático e automático, que se adapta ao usuário sem a necessidade de manobras complicadas.

Sistema de extensão por cabos: movimentos suaves, estáveis e silenciosos, com alta durabilidade mecânica.

Capacidade para bateria de pesos de até 150 kg: ideal para treinos de força progressivos, do iniciante ao avançado.

Discos de transmissão em PEAD (Polietileno de Alta Densidade): menor atrito, menor ruído e maior vida útil do equipamento.

Pintura eletrostática a pó: acabamento premium, resistente à oxidação, riscos e desgaste por uso contínuo.

Carenagem em MDF de 6 mm: proteção eficiente dos sistemas internos com design elegante e moderno.

Outras Especificações

Largura

1,30 m

Altura

1,80 m

Comprimento

1,20 m

Peso

130Kg

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Extensora Máquina — extensão de joelho e isolamento do quadríceps

Quadríceps femoral — isolamento bilateral em cadeia cinética aberta · extensão de joelho sentadoGuias lineares · apoio de tornozelo autorregulável · Categoria PernasExercício de referência para hipertrofia e reabilitação do quadríceps
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O equipamento

A Extensora Máquina (LM-001) é o aparelho de isolamento de quadríceps por excelência. O usuário senta-se com as costas apoiadas, posiciona as canelas no apoio acolchoado e estende os joelhos contra a resistência da torre de peso. É o exercício mais puro de isolamento do quadríceps disponível — um exercício em cadeia cinética aberta (o pé está livre) que elimina a contribuição de glúteos, isquiotibiais e do core.

O sistema de regulagem do assento com deslizamento em guias lineares garante ajuste suave e silencioso, posicionando o eixo de rotação do joelho do praticante alinhado ao eixo de pivô da máquina — alinhamento essencial para mecânica correta e segurança articular. O apoio de tornozelo autorregulável adapta-se automaticamente à anatomia do praticante, eliminando a necessidade de regulagens manuais repetidas.

Especificações Linha Muscle: Regulagem do assento por guias lineares; apoio de tornozelo autorregulável; sistema de extensão por cabos; discos PEAD; MDF 6mm; pintura eletrostática; categoria Pernas.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na extensão de joelho sentado (%CVMi estimado)

Baseado em Escamilla et al. (1998) e Signorile et al. (1995). Extensão bilateral, amplitude completa (0°–90°), carga moderada (65% 1RM).

Músculos primários

Vasto lateral (primário — maior volume do quadríceps; extensão do joelho)
~92%
Vasto medial oblíquo (VMO) (primário — extensão e estabilização patelar medial)
~88%
Vasto intermediário (primário — extensão do joelho; profundo sob reto femoral)
~85%
Reto femoral (primário — biarticular; extensão do joelho e flexão do quadril)
~80%

Músculos estabilizadores

Tensor da fáscia lata (estabilizador — trato iliotibial e estabilização lateral do joelho)
~28%
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Anatomia do quadríceps femoral

O quadríceps femoral é o grupo muscular mais volumoso do corpo, composto por quatro cabeças com origens distintas mas inserção comum no tendão patelar:

Reto femoral: Única cabeça biarticular — origina-se na espinha ilíaca anteroinferior (EIAI). Cruza o quadril e o joelho, executando flexão de quadril e extensão de joelho simultaneamente. Na extensora sentado, o reto femoral trabalha em desvantagem mecânica (encurtado pelo quadril fletido), reduzindo sua contribuição relativa. Na extensora reclinada (maior extensão de quadril), sua contribuição aumenta.
Vasto lateral, medial e intermediário: As três cabeças monoarticulares originam-se na diáfise femoral (linha áspera e face lateral/medial do fêmur). Inserem-se na patela pelos retináculos e no tendão patelar. Como cruzam apenas o joelho, são puramente extensores da articulação do joelho — não sofrem variação de eficiência com a posição do quadril. Por isso, são os motores principais na extensora sentado.
VMO — vastus medialis obliquus: A porção mais distal e oblíqua do vasto medial recebe atenção especial em reabilitação e treinamento de joelho. As fibras oblíquas do VMO têm vetor de força que puxa a patela medialmente, contrabalançando o vetor lateral do vasto lateral. Desequilíbrio VMO/vasto lateral está associado à síndrome da dor patelofemoral (SDPF) — condição comum em corredores e praticantes de musculação.
Composição de fibras: O quadríceps femoral tem composição heterogênea: o vasto lateral apresenta ~52% de fibras tipo II (rápidas, mais hipertrofiáveis); o reto femoral ~44% tipo II; o vasto medial ~44% tipo II. Esta composição mista justifica o uso de faixas variadas de repetições para desenvolvimento completo do quadríceps.
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Cadeia cinética aberta vs. fechada

Cadeia cinética aberta (CCA) — extensora: Na cadeia aberta, o segmento distal (pé) está livre. O quadríceps é o único motor do movimento — não há contribuição de glúteos, isquiotibiais ou gastrocnêmio como ocorre no agachamento. Esta especificidade de isolamento é a razão pela qual a extensora produz maior ativação relativa do quadríceps (como %CVMi) do que o agachamento, onde a carga é dividida entre vários grupos musculares.
Cadeia cinética fechada (CCF) — agachamento: Na cadeia fechada, o pé permanece fixo. Múltiplos grupos musculares (quadríceps, glúteos, isquiotibiais, gastrocnêmio) trabalham simultaneamente. A CCF tem maior transferência para movimentos funcionais (salto, corrida, agachamento) mas menor especificidade para isolamento do quadríceps. A dicotomia CCA vs. CCF não implica superioridade — exercícios de ambas as cadeias são necessários no treinamento completo de pernas.
Forças sobre o LCA na CCA: Uma preocupação histórica com a extensora é a força de cisalhamento anterior (força de translação anterior da tíbia em relação ao fêmur) que pode sobrecarregar o Ligamento Cruzado Anterior (LCA). Escamilla et al. (1998) e Wilk et al. (1996) documentaram que esta força é máxima entre 0°–40° de extensão (perto da extensão completa). Para praticantes com cirurgia recente de LCA, restringir a amplitude a 90°–40° (evitar os últimos 40° de extensão) é protocolo comum na reabilitação precoce.
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VMO e rastreamento patelar

Síndrome da dor patelofemoral (SDPF): A SDPF é caracterizada por dor na região peri ou retropatelar, especialmente durante atividades que aumentam a carga na articulação patelofemoral (subir escadas, agachar, correr). A causa mais comum é o rastreamento patelar lateral excessivo — a patela desloca-se lateralmente durante a extensão do joelho devido ao desequilíbrio entre vasto lateral (forte) e VMO (fraco). Witvrouw et al. (2000) demonstraram que o isolamento do VMO na extensora, com ênfase nos últimos 30° de extensão (0°–30°), ativa preferencialmente o VMO em relação ao vasto lateral — sendo esta amplitude de movimento especialmente indicada em protocolos de reabilitação de SDPF.
Rotação do pé e ativação do VMO: Existem controvérsias sobre se a rotação externa do pé (dedos apontando para fora) durante a extensora aumenta a ativação do VMO. Sczepanski et al. (1991) encontraram ligeiro aumento do VMO com pés em rotação externa; estudos posteriores obtiveram resultados inconsistentes. A conclusão atual da literatura é que as variações de posição do pé têm efeito marginal no VMO — o fator mais determinante para ativação VMO é a carga total e a amplitude de extensão terminal (0°–30°).
06

Regulagens do aparelho

  1. 1
    Assento: regular a distância do encosto para que, na posição sentada, o eixo do joelho fique alinhado ao eixo de pivô da máquina. O eixo do joelho está na posição lateral da articulação (côndilo femoral lateral). Alinhamento incorreto gera estresse articular desnecessário.
  2. 2
    Apoio de tornozelo: o sistema autorregulável adapta-se ao praticante. Verificar que o apoio acolchoado toca o terço inferior da canela (acima do tornozelo), não sobre o tornozelo diretamente. Apoio exatamente sobre o tornozelo pode comprimir artérias e nervos locais.
  3. 3
    Seleção de carga: iniciar com carga que permita 12–15 repetições em amplitude completa sem compensações (elevação do quadril da cadeira, inclinação do tronco). Progredir incrementalmente — adicionar 2,5–5 kg quando 15 repetições limpas estiverem dominadas.
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Execução e técnica

  1. 1
    Posição inicial: sentar com as costas firmemente apoiadas no encosto, quadris levemente posteriores ao eixo da máquina, canelas apoiadas no estofamento. Ativar o core para estabilizar o tronco. Segurar as alças laterais com leve pressão para evitar elevação do quadril durante a execução.
  2. 2
    Fase concêntrica (1–2 s): estender o joelho de forma controlada até a extensão completa (180°). Focar na contração do quadríceps — visualizar o músculo se contraindo ao longo do movimento. Não usar impulso ou balançar o tronco para "ajudar".
  3. 3
    Contração isométrica no pico (1 s): manter com joelho completamente estendido, contraindo o quadríceps ao máximo. Esta contração isométrica final maximiza a ativação das fibras tipo II do quadríceps e aumenta o estímulo hipertrófico.
  4. 4
    Fase excêntrica (3 s): descer de forma lenta e controlada até aproximadamente 90° de flexão. Não deixar a carga cair. A fase excêntrica controlada é especialmente importante na extensora, pois é onde ocorre maior dano muscular sarcômero-específico — fator associado a maior hipertrofia do quadríceps.
Amplitude para joelhos saudáveis: A amplitude completa (90° a 0°) é indicada para praticantes sem histórico de lesão de joelho. Para praticantes com condromalacia, SDPF ou lesões do LCA, restringir a amplitude conforme orientação fisioterapeuta — frequentemente 90° a 40° na fase aguda e 90° a 0° progressivamente na fase de manutenção.
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Extensora na reabilitação do joelho

Pós-cirurgia de LCA: Protocolo clássico (DeRosa & Porterfield, 1992) divide a reabilitação pós-LCA em fases: fase 1 (0–6 semanas): extensora restrita a 90°–60°; fase 2 (6–12 semanas): 90°–30°; fase 3 (>12 semanas): 90°–0°. A restrição inicial protege o enxerto do LCA das forças de cisalhamento tibial anterior. Este protocolo é ainda utilizado com adaptações individuais pelos fisioterapeutas.
Controle neuromuscular patelar: Em programas de reabilitação de SDPF, a extensora é utilizada com ênfase nos últimos 30° de extensão (extensão terminal) para ativar seletivamente o VMO. Witvrouw et al. (2004) demonstraram em estudo randomizado que protocolos que incluíam extensão terminal (CCA) associados a exercícios de CCF produziam melhores resultados na SDPF do que CCF isolada.
Atrofia por desuso: O quadríceps é o músculo que sofre atrofia mais rapidamente após imobilização do joelho (perda de até 3% de massa muscular por dia nas primeiras semanas). A extensora, por ser exercício de isolamento, é o aparelho preferencial para reverter esta atrofia pós-imobilização e pós-cirurgias de joelho, pois permite carga progressiva, amplitude controlada e feedback direto sobre a qualidade da contração.
Hipertrofia integrada: A extensora não deve ser o único exercício de quadríceps no programa de treinamento. Estudos de Escamilla (2001) e Toigo & Boutellier (2006) recomendam combinar a extensora (isolamento, CCA) com exercícios de CCF como agachamento e leg press para desenvolvimento funcional completo do quadríceps — cada modalidade produzindo adaptações complementares.
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Referências científicas

  1. Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., Zheng, N., et al. (1998). Biomechanics of the knee during closed kinetic chain and open kinetic chain exercises. Medicine & Science in Sports & Exercise, 30(4), 556–569. PMID: 9565938.
  2. Signorile, J.F., Kacsik, D., Perry, A., et al. (1995). The effect of knee and foot position on the electromyographical activity of the superficial quadriceps muscles during the parallel squat and knee extension. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 22(1), 2–9. PMID: 7550196.
  3. Wilk, K.E., Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., et al. (1996). A comparison of tibiofemoral joint forces and electromyographic activity during open and closed kinetic chain exercises. American Journal of Sports Medicine, 24(4), 518–527. PMID: 8827313.
  4. Witvrouw, E., Lysens, R., Bellemans, J., et al. (2000). Intrinsic risk factors for the development of anterior knee pain in an athletic population. American Journal of Sports Medicine, 28(4), 480–489. PMID: 10921638.
  5. Witvrouw, E., Danneels, L., Van Tiggelen, D., et al. (2004). Open versus closed kinetic chain exercises in patellofemoral pain: a 5-year prospective randomized study. American Journal of Sports Medicine, 32(5), 1122–1130. PMID: 15262632.
  6. Escamilla, R.F. (2001). Knee biomechanics of the dynamic squat exercise. Medicine & Science in Sports & Exercise, 33(1), 127–141. PMID: 11194103.
  7. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  8. Johnson, M.A., Polgar, J., Weightman, D., & Appleton, D. (1973). Data on the distribution of fibre types in thirty-six human muscles. Journal of the Neurological Sciences, 18(1), 111–129. PMID: 4120482.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina extensora. Isola o quadríceps no movimento de extensão de joelho.

O encosto e o apoio das canelas (rolo) são reguláveis para alinhar o eixo de rotação ao joelho e ajustar a amplitude.

Ajuste o encosto e o rolo, selecione a carga na bateria de peso e estenda os joelhos de forma controlada, segurando a contração no topo.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias. O deslocamento ocorre sobre sistema de guias lineares com patins, garantindo movimento suave e preciso.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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