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Código LM-022 · Categoria Costa
Investimento
De R$ 19.600,00 por
R$ 13.720,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
Falar com consultor
Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 220,00
Custo anual aproximadoR$ 1.935,00
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Graviton Máquina
Graviton Máquina

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e torre de peso selecionável (pin-loaded) em chapa de aço carbono cortada a laser que funciona como contrapeso, com plataforma de apoio para joelhos/pés e pegadas para barra e paralelas.

O contrapeso da torre de peso assiste o movimento, reduzindo parte do peso corporal do usuário; o nível de assistência é selecionado por pino na bateria de peso.

Indicado para barras (pull-up) e mergulhos (paralelas) assistidos, facilitando a execução para diferentes níveis de força.

Outras Especificações

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Graviton Máquina — assistência por contrapeso · barra fixa assistida · paralelas assistidas

Latíssimo do dorso, bíceps braquial, peitoral inferior, tríceps braquial — movimentos de tração e empurrada verticais assistidosSistema de contrapeso selecionável · plataforma ajoelhada · Linha MusclePermite progressão de barra fixa e paralelas a usuários de todos os níveis
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O equipamento

O Graviton Máquina (LM-022) é um aparelho de assistência para movimentos de peso corporal em tração vertical (barra fixa) e empurrada vertical (paralelas). Seu princípio de funcionamento baseia-se em um sistema de contrapeso selecionável: o praticante ajoelha-se (ou coloca os pés) em uma plataforma articulada conectada à torre de peso, e a carga selecionada age como contrapeso, reduzindo o peso efetivo que o praticante precisa elevar.

Quanto maior a carga selecionada no pino, menor o esforço exigido do praticante — o inverso do funcionamento de aparelhos convencionais. Com 0 kg selecionados, o praticante move o peso corporal integral; com o máximo selecionado, a plataforma auxilia significativamente. Isso cria um sistema de progressão invertida (redução do contrapeso ao longo do tempo) que permite ao praticante avançar gradualmente de movimentos totalmente assistidos até barra fixa e paralelas sem assistência, tornando o Graviton a principal ferramenta de progressão para esses exercícios fundamentais.

Especificações Linha Muscle: Sistema de contrapeso por pino na torre de peso; plataforma ajoelhada articulada; barra fixa em posição elevada (supinada, pronada e neutra conforme configuração); paralelas em posição intermediária; estrutura em aço tubular; estofamento Soft Touch Diamond; pintura eletrostática WEG; discos em PEAD.
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Musculatura envolvida

Barra fixa — Ativação muscular (%CVMi estimado)

Baseado em Lusk et al. (2010) e Youdas et al. (2010) para barra fixa com pegada pronada (pull-up) e supinada (chin-up). Peso corporal ou levemente assistido.

Barra fixa — músculos primários

Latíssimo do dorso (primário — adução e extensão do úmero)
~94%
Bíceps braquial (chin-up supinada) (primário chin-up — flexão do cotovelo com supinação)
~82%
Redondo maior (primário — extensão e adução do úmero, como o lat)
~78%
Romboides / Trapézio médio-inferior (sinergistas — retração e depressão escapular)
~65%

Paralelas — músculos primários

Peitoral inferior (esternal) (primário — adução e flexão do ombro; tronco inclinado à frente)
~91%
Tríceps braquial (primário — extensão do cotovelo)
~88%
Deltóide anterior (sinergista — flexão de ombro na fase de descida)
~70%
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Barra fixa: biomecânica e músculos

A barra fixa (pull-up/chin-up) é um exercício de cadeia cinética fechada para o tronco superior: os membros superiores estão fixos e o tronco é elevado. O movimento principal é a adução e extensão do úmero (puxar o cotovelo em direção ao tronco), executado pelo latíssimo do dorso e pelo redondo maior, com flexão do cotovelo pelos flexores (bíceps em supinação, braquial e braquiorradial em pronação).

Diferença entre pegadas: Youdas et al. (2010) compararam eletromiograficamente a barra fixa pronada (pull-up) e supinada (chin-up). A chin-up (supinada) produziu ativação significativamente maior do bíceps braquial (+36%) e menor ativação do infraespinhoso, enquanto a pull-up (pronada) distribuiu a carga mais homogeneamente entre latíssimo, redondo maior e romboides. A pegada neutra (parallel grip) apresenta ativação intermediária do bíceps com menor estresse na articulação do cotovelo.
Estabilização escapular: A execução correta da barra fixa inicia com a depressão e retração das escápulas — ativação do trapézio inferior e romboides antes de fletir os cotovelos. Puxadas iniciadas pela flexão dos cotovelos (sem controle escapular prévio) sobrecarregam a articulação glenoumeral e reduzem a ativação do latíssimo. O Graviton, ao permitir execução assistida com carga progressivamente reduzida, favorece o aprendizado do padrão motor correto antes de executar com peso corporal total.
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Paralelas: biomecânica e músculos

Paralelas e o peitoral inferior: O exercício de paralelas (dips) é realizado com o tronco levemente inclinado para frente, o que direciona a ação para o peitoral inferior (porção esternal) e para o deltóide anterior, além do tríceps como extensor do cotovelo. Fenwick et al. (2009) demonstraram que as paralelas, executadas com inclinação de tronco de 15–25°, geram ativação do peitoral comparável ou superior à supino inclinado negativo, com simultaneamente alta ativação de tríceps — tornando-as um dos exercícios de empurrada de maior rendimento muscular. A versão vertical (tronco perpendicular) reduz a participação do peitoral e aumenta a do tríceps.
Risco no ombro com excesso de amplitude: Descer excessivamente nas paralelas (cotovelos além de 90° de flexão ou ombro em extensão máxima) pode impor estresse no tendão subescapular e no ligamento coracoumeral. Bodybuilders e praticantes com histórico de lesão no ombro devem limitar a amplitude à posição onde o cotovelo atinge 90° de flexão. O Graviton permite praticar com carga assistida e progressiva, favorecendo o aprendizado da amplitude segura antes de progredir ao peso corporal total.
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Princípio do contrapeso e progressão

Como funciona o contrapeso: A plataforma do Graviton está conectada por polias à torre de peso. Quando o praticante se ajoelha na plataforma e realiza o movimento, a carga selecionada aplica uma força para baixo na plataforma — e, por ação/reação, uma força para cima no praticante (reduzindo seu peso efetivo). Selecionar 20 kg significa que o praticante realiza o exercício com 20 kg a menos de resistência. Para usar o aparelho como sobrecarga adicional (além do peso corporal), é necessário usar um cinto de peso — o Graviton não é nativo para essa função.
Progressão recomendada: A progressão no Graviton segue a lógica de redução gradual do contrapeso: iniciar com assistência que permita 8–10 repetições com boa técnica, e reduzir a assistência a cada 2–4 semanas à medida que a força aumenta. O objetivo é chegar a 0 kg de assistência (peso corporal integral) — e depois, se desejado, adicionar sobrecarga externa com cinto de peso para continuar a progressão. O Graviton é portanto uma ferramenta de ponte entre o início do treinamento e os exercícios com peso corporal integral.
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Barra fixa vs. puxada alta na máquina

Diferenças de ativação muscular: Lusk et al. (2010) e Andersen et al. (2014) compararam barra fixa com puxada alta na máquina (lat pulldown). A barra fixa produziu maior ativação do bíceps braquial (+20–25%), maior ativação do core (reto abdominal e oblíquos como estabilizadores) e ativação equivalente ou levemente superior do latíssimo do dorso, em comparação à puxada alta com carga equivalente ao peso corporal. A vantagem do Graviton sobre a puxada alta é que o padrão motor de movimento na barra fixa assistida é idêntico ao da barra fixa livre — garantindo transferência direta de treinamento.
Vantagens da barra fixa (e Graviton) sobre a puxada alta: Na barra fixa, o tronco é móvel e as mãos são fixas (cadeia cinética fechada para o tronco) — o que difere completamente da puxada alta, onde as mãos se movem em direção ao corpo. Isso recruta mais estabilizadores do core e produz padrão de ativação muscular coordenada multiarticular. Para iniciantes que não conseguem realizar a barra fixa com peso corporal integral, o Graviton é a ferramenta de escolha — não a puxada alta — quando o objetivo final é dominar a barra fixa.
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Execução e técnica

Barra fixa assistida no Graviton

  1. 1
    Seleção de carga: selecionar o contrapeso que permita completar 8–12 repetições com boa técnica. Iniciantes: começar com assistência maior; praticantes intermediários: assistência leve ou nula.
  2. 2
    Posicionamento: ajoelhar-se na plataforma (ou posicionar os pés, conforme o modelo). Segurar a barra com a pegada escolhida (pronada, supinada ou neutra), braços estendidos. Corpo suspenso, pés cruzados ou estendidos. Pelve neutra.
  3. 3
    Ativação inicial (pré-tensão): antes de fletir os cotovelos, deprimir e retrair as escápulas — sensação de "empurrar os ombros para baixo e para trás". Esta ativação inicial do trapézio inferior e romboides é fundamental para proteger o ombro e ativar o latíssimo corretamente.
  4. 4
    Fase concêntrica (2 s): puxar o corpo em direção à barra, cotovelos descendo ao longo do tronco (não alargando). O mento deve ultrapassar a barra no pico. Expirar durante a subida. Manter o core ativado.
  5. 5
    Fase excêntrica (3 s): descer de forma controlada até a extensão completa dos cotovelos. A fase excêntrica de barra fixa é especialmente eficaz para hipertrofia do latíssimo — nunca soltar a descida passivamente.
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Progressão e programação

Protocolo de progressão para barra fixa: Começar com assistência que permita 3–4 séries × 8–12 repetições com boa técnica. A cada 2–3 semanas, reduzir o contrapeso em 5 kg. Quando chegar a 0 kg de assistência e conseguir realizar 8+ repetições, o praticante está pronto para a barra fixa livre. A partir daí, pode-se usar o Graviton com cinto de peso para sobrecarga adicional.
Protocolo paralelas: Idêntico em estrutura ao da barra fixa: iniciar com assistência que permita 8–12 repetições, reduzir progressivamente. Para enfatizar peitoral: inclinar levemente o tronco para frente (15–20°) e descer até cotovelos a 90°. Para enfatizar tríceps: manter o tronco vertical e descida parcial (~70°).
Volume e periodização: Para ganho de força em movimentos de peso corporal (barra fixa e paralelas), 2–3 sessões semanais com 3–5 séries de repetições moderadas (6–12) são suficientes. Schoenfeld et al. (2017) confirmam que a progressão de sobrecarga (mesmo que pela redução de assistência) é o principal driver de hipertrofia. Anotar o contrapeso utilizado em cada sessão para garantir progressão objetiva.
Populações especiais: O Graviton é especialmente valioso para praticantes com sobrepeso, idosos, mulheres iniciantes e jovens em fase de desenvolvimento de força — populações que raramente conseguem realizar 1 repetição de barra fixa ou paralelas com peso corporal. O aparelho democratiza o acesso a esses exercícios fundamentais, sem exigir que o praticante "mereça" a barra fixa antes de treiná-la.
09

Referências científicas

  1. Youdas, J.W., Amundson, C.L., Cicero, K.S., et al. (2010). Surface electromyographic muscle activation patterns during a chin-up, parallel-grip chin-up, and an enhanced chin-up. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(12), 3404–3414. PMID: 21068680.
  2. Lusk, S.J., Hale, B.D., & Russell, D.M. (2010). Grip width and forearm orientation effects on muscle activity during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1895–1900. PMID: 20601929.
  3. Andersen, V., Fimland, M.S., Wiik, E., et al. (2014). Effects of grip width on muscle strength and activation in the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 28(4), 1135–1142. PMID: 23689340.
  4. Fenwick, C.M., Brown, S.H., & McGill, S.M. (2009). Comparison of different rowing exercises: trunk muscle activation and lumbar spine motion, load, and stiffness. Journal of Strength and Conditioning Research, 23(8), 2282–2291. PMID: 19826311.
  5. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  6. McGill, S.M., & Karpowicz, A. (2009). Exercises for spine stabilization: motion/motor patterns, progressions, and clinical technique. Archives of Physical Medicine and Rehabilitation, 90(1), 118–126. PMID: 19154837.
  7. Calatayud, J., Vinstrup, J., Jakobsen, M.D., et al. (2015). Importance of mind-muscle connection during progressive resistance training. European Journal of Applied Physiology, 116(3), 527–533. PMID: 26700744.
  8. Suchomel, T.J., Nimphius, S., & Stone, M.H. (2016). The importance of muscular strength in athletic performance. Sports Medicine, 46(10), 1419–1449. PMID: 26838985.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina graviton para barras e paralelas assistidas. O contrapeso da bateria reduz parte do peso corporal, facilitando a execução de pull-ups e mergulhos.

A plataforma de apoio e as pegadas atendem tanto às barras quanto às paralelas; a assistência é regulável.

Selecione o nível de assistência na bateria de peso, apoie joelhos ou pés na plataforma e execute as barras ou mergulhos de forma controlada.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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