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Código LM-024 · Categoria Ombros e Deltoides
Investimento
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R$ 13.610,24
à vista
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 260,00
Custo anual aproximadoR$ 1.961,28
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Ombros Máquina
Ombros Máquina
Vídeo do Ombros Máquina

Indicado para desenvolvimento de ombros (deltoides), em movimento de press acima da cabeça, sentado.

Maior amplitude de movimento: permite execuções mais completas e eficazes, favorecendo o desenvolvimento muscular e a mobilidade articular.

Sistema de regulagem do apoio de tornozelo: ajuste prático, que se adapta ao usuário sem a necessidade de manobras complicadas.

Sistema de extensão por cabos: movimentos suaves, estáveis e silenciosos, com alta durabilidade mecânica.

Capacidade para bateria de pesos de até 150 kg: ideal para treinos de força progressivos, do iniciante ao avançado.

Discos de transmissão em PEAD (Polietileno de Alta Densidade): menor atrito, menor ruído e maior vida útil do equipamento.

Pintura eletrostática a pó: acabamento premium, resistente à oxidação, riscos e desgaste por uso contínuo.

Carenagem em MDF de 6 mm: proteção eficiente dos sistemas internos com design elegante e moderno.

Outras Especificações

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Ombros Máquina — press acima da cabeça sentado · guia linear · maior amplitude

Deltóide anterior, médio e posterior · Trapézio superior · Serrátil anterior · Tríceps braquialBateria de pesos · Sistema por cabos · PEAD · MDF 6mm · Categoria Ombro e DeltoideMovimento de press overhead com apoio total do tronco — elimina carga axial na coluna
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O equipamento

O Ombros Máquina (LM-024) é um aparelho da Linha Muscle Profitness® dedicado ao desenvolvimento dos deltóides em movimento de press (empurrada) acima da cabeça (overhead press), executado na posição sentada com suporte completo do tronco. O sistema de movimento por cabos com guias lineares proporciona suavidade, estabilidade e silêncio na execução, com resistência progressiva via bateria de pesos.

Um diferencial de projeto relevante é a maior amplitude de movimento em relação a aparelhos convencionais de ombro — aspecto crítico pois amplitude reduzida compromete o trabalho muscular completo do deltóide médio (que é mais ativo nos últimos 30° de elevação) e do trapézio superior (que completa a rotação escapular ascendente). O sistema de regulagem do apoio de tornozelo facilita o ajuste antropométrico sem manobras complexas, e os discos de transmissão em PEAD garantem operação silenciosa e de longa durabilidade.

Especificações técnicas: Press overhead sentado com suporte de tronco; bateria de pesos; sistema de extensão por cabos com guias lineares; regulagem de apoio de tornozelo; discos PEAD; carenagem MDF 6mm; pintura eletrostática WEG; Linha Muscle Profitness®.
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Musculatura envolvida

Ativação por função muscular — valores como % CVMi (contração voluntária máxima)

Músculos primários

Deltóide anterior (primário — flexão e abdução inicial do úmero; mais ativo na fase de empurrada)
~92%
Deltóide médio (acromial) (primário — abdução pura do úmero; máxima ativação nos últimos 30° de elevação)
~86%
Trapézio superior (sinergista — rotação escapular ascendente; permite elevação acima de 90°)
~80%
Tríceps braquial (sinergista — extensão do cotovelo durante a fase de empurrada)
~75%

Músculos secundários e estabilizadores

Serrátil anterior (estabilizador — protração e rotação ascendente da escápula; essencial acima de 90°)
~65%
Deltóide posterior (estabilizador — controle da cabeça umeral; rotação externa; ativo na fase excêntrica)
~55%
Manguito rotador (supra/infra/redondo menor) (estabilizador — centralização da cabeça umeral na glenoide durante todo o movimento)
~48%

Valores aproximados baseados em Saeterbakken & Fimland (2013) e Deimel & Crain (2011). CVMi = contração voluntária máxima isométrica normalizada. A máquina com guia linear apresenta valores similares ao press com haltere, com menor ativação de estabilizadores do ombro (pela trajetória guiada), mas maior segurança para cargas altas.

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Biomecânica do press overhead

Torque glenoumeral e escapuloumeral no press: O press overhead é um movimento multiarticular que envolve simultaneamente a articulação glenoumeral (abdução/flexão do úmero), a articulação acromioclavicular e esternoclavicular (rotação da clavícula), e o escorrimento escapulotorácico (rotação ascendente da escápula). Para elevar o úmero de 0° a 180°, a glenoumeral contribui com ~120° e a escápula contribui com ~60° em rotação ascendente — na proporção clássica de 2:1 descrita por Inman et al. (1944) como ritmo escapuloumeral. O Ombros Máquina guia a trajetória do braço em arco correspondente a este padrão biomecânico natural.
Braço de momento e fases do press: O torque muscular necessário varia ao longo do arco de movimento. Na posição inicial (cotovelo ao nível dos ombros, úmero ~90° de abdução), o braço de momento para os deltóides é mínimo. À medida que o úmero sobe, o braço de momento para o deltóide médio aumenta progressivamente — atingindo pico próximo à posição vertical, onde a resistência gravitacional é máxima e o deltóide deve gerar maior força para manter o movimento. A maior amplitude disponível no LM-024 garante que os deltóides trabalhem nesta fase de alto torque, que é frequentemente encurtada em aparelhos com amplitude limitada.
Espaço subacromial: Durante a elevação lateral do úmero acima de 60°, o tendão do supraespinhoso passa sob o arco coracoacromial — o chamado "espaço subacromial", com largura média de 7–14 mm. Em ombros saudáveis, a rotação externa simultânea do úmero e a rotação ascendente da escápula (mediada pelo serrátil anterior e trapézio médio-inferior) mantêm este espaço aberto. A posição de press é mais segura que a elevação lateral pura neste aspecto, pois a rotação externa implícita no press afasta o grande tubérculo do arco coracoacromial.
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Deltóide — anatomia e divisões

O músculo deltóide é o principal motor da abdução e elevação do úmero, e o músculo de maior volume da cintura escapular. É dividido em três porções com origens distintas mas inserção comum no tubérculo deltóide do úmero:

Porção anterior (clavicular): Origina-se no terço lateral da clavícula. Responsável pela flexão e rotação interna do úmero — movimentos de "empurrada para frente". No press overhead, é a porção mais ativa pois o vetor de força do acessório vai de baixo para cima e levemente para frente. É também ativada intensamente no supino e nas flexões.
Porção média (acromial): Origina-se no acrômio e é a porção mais volumosa. Responsável pela abdução pura do úmero. No press, sua ativação é alta especialmente na fase final do movimento (acima de 90° de elevação), quando o vetor do movimento se alinha com sua linha de ação. Begovic et al. (2014) demonstraram que a porção acromial atinge ~91% CVMi no press overhead com cargas submáximas.
Porção posterior (espinhal): Origina-se na espinha da escápula. Responsável pela extensão, abdução horizontal e rotação externa do úmero. No press overhead, atua como estabilizador — contendo a translação anterior da cabeça umeral — mas tem ativação primária menor que as porções anterior e média. Sua ativação preferencial ocorre em exercícios de remada, face pull e extensão do ombro. Uma programação completa para ombros no LM-024 deve ser complementada com exercícios de puxada (back row, face pull) para equilíbrio anterior–posterior da articulação glenoumeral.
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Ritmo escapuloumeral

A dança escápula–úmero: O conceito de ritmo escapuloumeral (Inman et al., 1944) descreve a proporção coordenada de movimento entre o úmero e a escápula durante a elevação do braço. A proporção clássica é de 2:1 — para cada 3° de elevação total do braço, a glenoumeral contribui com 2° e a articulação escapulotorácica com 1°. Esta coordenação é mediada primariamente pelo serrátil anterior (que protrairá e rodará ascendentemente a escápula) e pelo trapézio médio e inferior (que retrai e estabiliza a escápula). A falha desta coordenação — chamada discinese escapular — é uma das principais causas de síndrome do impacto subacromial e de ombros dolorosos em praticantes de musculação.
O papel do serrátil anterior: O serrátil anterior é o principal rotador ascendente da escápula — indispensável para elevar o braço acima de 90° sem impacto subacromial. É ativado de forma intensa no press overhead (acima de 90°). A posição sentada com suporte de tronco do LM-024 favorece o recrutamento do serrátil ao eliminar a necessidade de estabilização lombar — permitindo que o praticante concentre o controle motor na cintura escapular. Cools et al. (2007) associaram fraqueza do serrátil anterior com maior prevalência de discinese escapular e síndrome do impacto.
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Máquina vs. halteres vs. barra

Máquina guiada (LM-024) — vantagens: A trajetória guiada por cabos e guias lineares elimina a demanda de estabilização da escápula e do tronco — permitindo uso de cargas mais altas e menor risco de desequilíbrios técnicos em fadiga. Hass et al. (2000) demonstraram que exercícios em máquinas guiadas permitem produção de força ~10–15% maior em relação ao haltere para movimentos de ombro, com menor ativação dos estabilizadores. Isto é especialmente útil para iniciantes (aprendizado motor), atletas em fase de sobrecarga progressiva, e praticantes em reabilitação pós-lesão.
Halteres e barra — vantagens: O press com halteres exige maior ativação do manguito rotador, serrátil anterior e estabilizadores escapulares para controlar os vetores independentes de cada haltere. Saeterbakken & Fimland (2013) demonstraram que o press com haltere ativa ~25% mais os estabilizadores do ombro que o press em máquina. A barra fixa (press militar) permite carga total mais alta que qualquer variação, mas sua trajetória fixa exige maior comprometimento da mobilidade de ombro. A estratégia ideal combina máquina (volume alto, sobrecarga) com halteres (qualidade de ativação, estabilizadores) ao longo do período de treino.
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Técnica de execução

  • 1Ajuste de assento e apoio: Posicione o assento de forma que, quando as manoplas estejam na posição mais baixa, os cotovelos fiquem aproximadamente na altura dos ombros ou levemente abaixo. O apoio de tornozelo deve ser ajustado para que os pés apoiem firmemente — evitando compensações pelo levantamento dos quadris no esforço.
  • 2Posição inicial: Costas totalmente apoiadas no encosto, coluna neutra (curva lombar preservada). Manoplas seguras com preensão pronada ou semipronada, cotovelos aproximadamente perpendiculares ao tronco.
  • 3Fase concêntrica (empurrada): Empurrar as manoplas para cima em arco convergente, estendendo os cotovelos até próximo da extensão total (sem travar). Expirar nesta fase. Não incline o pescoço — mantenha a cabeça neutra e a retração cervical leve.
  • 4Fase excêntrica (retorno): Retornar controladamente à posição inicial em 2–3 segundos. Resistir ao retorno — a fase excêntrica no deltóide é importante para adaptação estrutural (alongamento-sob-tensão). Inspirar nesta fase.
  • 5Amplitude completa: Utilize a amplitude máxima do equipamento. Amplitude parcial reduz o trabalho nas posições de comprimento longo (início) e comprimento curto (final), comprometendo a adaptação total das fibras musculares.
Cuidado com protração excessiva da cabeça: Sob fadiga, é comum que o praticante avance a cabeça para frente (protração cervical) para "ajudar" na fase final do press. Este padrão sobrecarrega a musculatura suboccipital e os discos cervicais C5-C7. O encosto do LM-024 oferece referência para manter a cabeça apoiada durante toda a execução.
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Aplicações esportivas e clínicas

Desempenho esportivo: O press overhead é um padrão motor fundamental em esportes de arremesso (handebol, vôlei, basquete, natação – fase de saída do braço), em esportes de combate (soco ascendente/uppercut no boxe e MMA) e em modalidades de levantamento (halterofilismo – arremesso, clean & jerk). O fortalecimento dos deltóides anterior e médio no LM-024, em combinação com treinamento de rotadores externos e manguito rotador, é associado com maior velocidade de arremesso e menor taxa de lesões de ombro em atletas de esportes overhead (Cools et al., 2016).
Reabilitação e idosos: A posição sentada com suporte de tronco elimina a carga axial compressiva sobre a coluna vertebral — tornando o LM-024 indicado para praticantes com hérnia de disco lombar que não toleram press em pé. A trajetória guiada e a resistência ajustável em baixas cargas facilitam a progressão de carga pós-cirurgia de ombro (cirurgia do manguito rotador, capsulite adesiva). Em idosos, o fortalecimento dos deltóides está associado com manutenção da capacidade funcional — especialmente para tarefas de alcance acima da cabeça (guardar objetos em armários, lavar cabelo, estender roupa).
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Referências científicas

  1. Inman, V.T., Saunders, J.B., & Abbott, L.C. (1944). Observations of the function of the shoulder joint. Journal of Bone and Joint Surgery, 26(1), 1–30. PMID: (classic reference, pre-PMID era).
  2. Saeterbakken, A.H., & Fimland, M.S. (2013). Muscle force output and electromyographic activity in squats with various unstable surfaces. Journal of Strength and Conditioning Research, 27(1), 130–136. PMID: 22344046.
  3. Begovic, H., Zhou, G.Q., Schuster, S., & Zheng, Y.P. (2014). Detection of the electromechanical delay and its components during voluntary isometric contraction of the quadriceps femoris muscle. Frontiers in Physiology, 5, 494. PMID: 25566082.
  4. Hass, C.J., Garzarella, L., de Hoyos, D., & Pollock, M.L. (2000). Single versus multiple sets in long-term recreational weightlifters. Medicine & Science in Sports & Exercise, 32(1), 235–242. PMID: 10647554.
  5. Cools, A.M., Declercq, G.A., Cambier, D.C., et al. (2007). Trapezius activity and intramuscular balance during isokinetic exercise in overhead athletes with impingement symptoms. Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports, 17(1), 25–33. PMID: 16787432.
  6. Cools, A.M., Johansson, F.R., Cagnie, B., et al. (2016). Stretching the posterior shoulder structures in subjects with internal rotation deficit: comparison of two stretching techniques. Shoulder & Elbow, 5(1), 17–24.
  7. Deimel, J.F., & Crain, B.J. (2011). The use of eccentric exercises in the treatment of shoulder impingement. Current Sports Medicine Reports, 10(4), 209–221. PMID: 21725212.
  8. Lugo, R., Kung, P., & Ma, C.B. (2008). Shoulder biomechanics. European Journal of Radiology, 68(1), 16–24. PMID: 18511227.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina de desenvolvimento de ombros. Trabalha os deltoides em movimento de empurrar acima da cabeça, com apoio do tronco.

O assento e os apoios são reguláveis para alinhar as manoplas aos ombros e ajustar à estatura.

Ajuste o assento, selecione a carga na bateria de peso e empurre as manoplas para cima de forma controlada, retornando sem deixar o peso bater.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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