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Código LM-060 · Categoria Bíceps
Investimento
De R$ 9.172,00 por
R$ 6.420,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 165,00
Custo anual aproximadoR$ 967,50
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Scott Banco
Scott Banco
Scott Banco
Vídeo do Scott Banco

Indicado para isolamento do bíceps (rosca Scott) com barra ou halteres, eliminando compensações do tronco e ombros.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design profissional.

Outras Especificações

Largura

0,70 m

Altura

1,03 m

Comprimento

1,20 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Scott Banco — banco para rosca Scott · uso com barra ou halteres · isolamento por fixação do braço

Bíceps braquial (cabeça curta) · Braquial · BraquiorradialBanco fixo sem sistema de carga próprio — utilizado com barra reta, barra W ou halteres · Estofado Diamond com costura dupla · Acabamento inox escovadoApoio inclinado fixa o braço atrás do cotovelo — elimina o "roubo" de impulso do tronco e ombros
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O equipamento

O Scott Banco (LM-060) é um banco fixo de apoio inclinado, projetado especificamente para a execução da rosca Scott (preacher curl) com barra reta, barra W ou halteres. Diferente de aparelhos com sistema de carga integrado (pin-loaded ou cabo), o Scott Banco não possui mecanismo próprio de resistência — a carga é fornecida externamente pelo praticante, o que preserva a liberdade de escolha de pegada, amplitude e implemento (barra ou halteres), características valorizadas por praticantes avançados que buscam variação de estímulo.

A almofada inclinada do banco posiciona o braço apoiado de forma que o cotovelo permaneça fixo atrás do plano do tronco durante toda a execução — esta é a característica definidora do exercício Scott, que o diferencia fundamentalmente da rosca direta em pé.

Especificações técnicas: Banco fixo para rosca Scott; utilizado com barra reta, barra W ou halteres (carga não integrada); estrutura robusta e estável em aço; estofado reforçado Soft Touch Diamond com costura dupla; pintura eletrostática a pó WEG; acabamentos em aço inox escovado; dimensões 0,70 × 1,03 × 1,20 m; Linha Muscle Profitness®.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na rosca Scott — % CVMi

Bíceps braquial — cabeça curta (primário — flexão de cotovelo em ombro flexionado/aduzido, posição típica do Scott)
~94%
Bíceps braquial — cabeça longa (secundário — ativação reduzida em relação à rosca em pé devido ao ombro flexionado)
~71%
Braquial (sinergista — flexor puro do cotovelo, ativo em qualquer posição do antebraço)
~80%
Braquiorradial (sinergista — maior contribuição com barra W/pegada neutra-pronada)
~58%

Valores aproximados baseados em Oliveira et al. (2009) e Marcolin et al. (2018) para preacher curl. A flexão do ombro imposta pelo apoio inclinado reduz a pré-tensão da cabeça longa, deslocando maior demanda relativa para a cabeça curta e o braquial.

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Isolamento por fixação — eliminando o "roubo"

O problema da rosca em pé sem apoio: Na rosca direta em pé, é comum o praticante usar momentum do tronco — uma leve extensão lombar e impulso dos ombros — para "ajudar" a barra a vencer o ponto mais difícil do movimento, especialmente em séries até a falha. Este padrão, popularmente chamado de "roubo" (cheating), reduz a tensão real sobre o bíceps e pode sobrecarregar a coluna lombar. O apoio inclinado do Scott Banco fixa o braço atrás do plano do tronco, tornando mecanicamente impossível usar o tronco ou os ombros para auxiliar o movimento — toda a força deve vir exclusivamente dos flexores do cotovelo.
Evidência de maior isolamento: Marcolin et al. (2018), em revisão eletromiográfica de variações de rosca bíceps, confirmaram que a rosca Scott produz ativação mais consistente e isolada do bíceps braquial ao longo de toda a série, com menor variabilidade entre repetições, comparada à rosca livre em pé — resultado atribuído diretamente à fixação postural do apoio inclinado.
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Cabeça curta do bíceps — por que o Scott a privilegia

Anatomia das duas cabeças e o efeito do ângulo do ombro: O bíceps braquial tem duas origens: a cabeça longa, que cruza a articulação do ombro pelo sulco intertubercular, e a cabeça curta, que se origina no processo coracoide da escápula. A tensão relativa de cada cabeça depende do ângulo de flexão do ombro: quando o ombro está estendido (braço atrás do tronco), a cabeça longa é pré-alongada e mais ativa; quando o ombro está flexionado (braço na frente do tronco, como no Scott), a cabeça longa perde pré-tensão e a cabeça curta, mais medial e volumosa em seção transversal, torna-se proporcionalmente mais dominante. Esta diferença é relevante para o desenvolvimento estético: a cabeça curta contribui mais para a "largura" do bíceps visto de frente, enquanto a cabeça longa contribui mais para o "pico" visto de lado.
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O ponto de maior risco — extensão total sob carga

Por que a posição de braço estendido é vulnerável: Na rosca Scott, a posição de cotovelo totalmente estendido (início/final do movimento) coloca o bíceps em seu comprimento máximo enquanto ainda sob carga significativa — diferente da rosca em pé, onde nesta posição o peso tende a "descansar" momentaneamente apoiado pela extensão do quadril. Esta combinação de alongamento máximo + carga mantida é biomecanicamente mais demandante para o tendão distal do bíceps. Embora a ruptura do tendão distal do bíceps seja rara e geralmente associada a cargas máximas/levantamento básico (Safran & Graham, 2002), o Scott Banco exige atenção redobrada à técnica e à seleção de carga apropriada, especialmente nas últimas repetições de uma série até a falha.
Recomendação prática: Evitar travar os cotovelos em extensão completa com carga máxima; manter controle excêntrico rigoroso (2–3 s) na descida; e progredir carga gradualmente neste exercício específico, já que a posição de alongamento sob tensão é um estímulo potente para hipertrofia mas também exige adaptação progressiva do tecido conjuntivo.
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Barra vs. halteres no banco Scott

Barra reta ou barra W: Permite cargas mais altas e simetria de execução entre os dois braços simultaneamente. A barra W (EZ-bar) oferece pegada semi-pronada, reduzindo estresse no punho comparado à barra reta.
Halteres: Permite execução unilateral (um braço por vez), possibilitando foco total e correção de assimetrias entre os lados, além de liberdade de rotação do punho (supinação progressiva) durante a subida — uma variação que pode aumentar levemente a ativação do bíceps em comparação com a pegada fixa da barra.
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Técnica de execução

  • 1Posicionamento: Ajustar a altura do assento (se regulável) para que as axilas fiquem apoiadas no topo da almofada inclinada, sem comprimir excessivamente. Segurar a barra ou halteres com os braços estendidos sobre a almofada.
  • 2Fase concêntrica: Flexionar os cotovelos elevando a carga, mantendo os braços em contato com a almofada durante todo o movimento. Evitar elevar os ombros ou inclinar o tronco para ajudar.
  • 3Pico de contração: Não é necessário buscar flexão máxima absoluta — o objetivo é a contração de pico do bíceps, geralmente antes do antebraço ficar totalmente vertical.
  • 4Fase excêntrica: Descer lentamente e com controle (2–3 s) até a extensão quase completa, evitando travar os cotovelos com carga total — manter leve flexão residual nas últimas repetições para proteger o tendão distal.
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Referências científicas

  1. Oliveira, L.F., Matta, T.T., Alves, D.S., et al. (2009). Effect of the shoulder position on the biceps brachii EMG in different dumbbell curls. Journal of Sports Science and Medicine, 8(1), 24–29. PMID: 24150552.
  2. Marcolin, G., Panizzolo, F.A., Petrone, N., et al. (2018). Differences in electromyographic activity of biceps brachii and brachioradialis while performing three variants of curl. PeerJ, 6, e5165. PMID: 30013838.
  3. Safran, M.R., & Graham, S.M. (2002). Distal biceps tendon ruptures: incidence, demographics, and the effect of smoking. Clinical Orthopaedics and Related Research, 404, 275–283. PMID: 12439262.
  4. Brown, J.M., Wickham, J.B., McAndrew, D.J., & Huang, X.F. (2007). Muscles within muscles: coordination of 19 muscle segments within three shoulder muscles during isometric motor tasks. Journal of Electromyography and Kinesiology, 17(1), 57–73. PMID: 16458022.
  5. Schoenfeld, B.J. (2010). The mechanisms of muscle hypertrophy and their application to resistance training. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(10), 2857–2872. PMID: 20847704.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco Scott (rosca direta com apoio). Isola o bíceps ao apoiar os braços sobre a almofada inclinada, usado com barra ou halteres.

O assento e o apoio são posicionados para alinhar os braços à almofada, adaptando-se à estatura.

Apoie os braços na almofada, segure a barra ou halter e flexione os cotovelos de forma controlada, sem perder o contato dos braços com o apoio.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), o que dá total liberdade na escolha dos exercícios e na progressão das cargas.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada — estabilidade e conforto para suportar o uso intenso de academias e studios.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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