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Código LM-019 · Categoria Pernas
Investimento
De R$ 18.502,00 por
R$ 12.951,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 350,00
Custo anual aproximadoR$ 1.968,88
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Flexora Vertical Unilateral Máquina
Flexora Vertical Unilateral Máquina
Vídeo do Flexora Vertical Unilateral Máquina

Estrutura em aço de alta resistência, torre de peso selecionável (pin-loaded) em chapa de aço carbono cortada a laser, painel vertical para apoio do tronco e braço articulado com rolo acolchoado de apoio para a perna.

O usuário se apoia no painel frontal em pé, posiciona a perna sob o rolo acolchoado e flexiona o joelho, com a carga selecionada por pino na torre de peso.

Indicado para flexão de joelho em pé, unilateral, isolando o posterior de coxa de cada perna individualmente.

Sistema de regulagem do apoio de joelho com deslizamento em guias lineares: proporciona um ajuste suave, silencioso e preciso, garantindo conforto e alinhamento ideal.

Sistema de extensão por cabos: movimentos suaves, estáveis e silenciosos, com alta durabilidade mecânica.

Capacidade para bateria de pesos de até 150 kg: ideal para treinos de força progressivos, do iniciante ao avançado.

Discos de transmissão em PEAD (Polietileno de Alta Densidade): menor atrito, menor ruído e maior vida útil do equipamento.

Pintura eletrostática a pó: acabamento premium, resistente à oxidação, riscos e desgaste por uso contínuo.

Carenagem em MDF de 6 mm: proteção eficiente dos sistemas internos com design elegante e moderno.

Outras Especificações

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Flexora Vertical Unilateral Máquina — isquiotibiais em pé · torre pin-loaded · braço articulado

Isquiotibiais — flexão de joelho unilateral na posição em pé, com torre de peso selecionável e braço articuladoEstrutura aço de alta resistência · chapa cortada a laser · PEAD · Categoria PernasTensão constante via cabos · isolamento unilateral · specif. para corrida e esportes de campo
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O equipamento

A Flexora Vertical Unilateral Máquina (LM-019) é um aparelho de isolamento dos isquiotibiais na posição em pé (vertical), com execução unilateral (uma perna de cada vez). A estrutura em aço de alta resistência sustenta uma torre de peso selecionável pin-loaded em chapa de aço carbono cortada a laser. Um painel vertical fornece apoio frontal para o tronco, e um braço articulado com rolo acolchoado posiciona a resistência na face posterior da perna.

O praticante se apoia no painel frontal em pé, posiciona a perna sob o rolo acolchoado e flexiona o joelho — enquanto a carga é selecionada por pino na torre. A transmissão de carga é feita por sistema de cabos, conferindo tensão durante todo o arco de movimento (incluindo a fase inicial, que em aparelhos de alavanca simples tem tensão próxima de zero). O apoio de joelho é regulável por deslizamento, adaptando-se a diferentes alturas e comprimentos de membro.

Especificações técnicas: Estrutura em aço de alta resistência; torre pin-loaded em chapa de aço carbono cortada a laser; painel vertical de apoio; braço articulado com rolo acolchoado regulável por guias lineares; sistema de transmissão por cabos; discos de transmissão PEAD; estofamento Soft Touch Diamond; pintura eletrostática WEG; carenagem MDF 6mm.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na flexora vertical unilateral (%CVMi estimado)

Baseado em Schoenfeld et al. (2015) e Tsaklis et al. (2015) para exercícios de flexão de joelho em pé. Carga moderada (60–70% 1RM).

Músculos primários (isquiotibiais)

Bíceps femoral (cabeça longa) (primário — biarticular; ativo em toda a cadeia posterior)
~92%
Semimembranoso (primário — maior volume de massa entre os isquiotibiais)
~86%
Semitendinoso (primário — biarticular medial; long excursion)
~83%
Bíceps femoral (cabeça curta) (primário — monoarticular; ativa somente na flexão do joelho)
~78%

Músculos sinergistas e estabilizadores

Gastrocnêmio (perna ativa) (sinergista — cruza o joelho, contribui com a flexão)
~44%
Glúteo máximo (perna ativa) (estabilizador quadril — isométrico, mantém alinhamento)
~35%
Core (transverso / oblíquos) (estabilizadores centrais — equilíbrio em monoapoio)
~38%
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Anatomia dos isquiotibiais em pé

Os isquiotibiais compõem um grupo de três músculos biarticulares (e uma cabeça monoarticular) que cruzam simultaneamente o quadril e o joelho. O bíceps femoral possui duas origens: a cabeça longa parte da tuberosidade isquiática (compartilhada com o semimembranoso e semitendinoso) e insere-se na cabeça da fíbula; a cabeça curta origina-se na linha áspera do fêmur e converge na mesma inserção. O semimembranoso e o semitendinoso originam-se igualmente na tuberosidade isquiática e inserem-se, respectivamente, no côndilo medial da tíbia e na pata de ganso.

Na posição em pé, com o quadril em ângulo próximo de 0° (neutro), os isquiotibiais biarticulares não estão em comprimento máximo (o que ocorreria com o quadril em flexão de 90° ou mais, como na sentada). Contudo, o tensionamento passivo pela postura vertical é suficiente para que a relação comprimento-tensão permaneça favorável à geração de força, enquanto a demanda de coativação com o glúteo é menor do que na posição sentada. Este comprimento intermediário é altamente específico para a fase de stance (apoio) na corrida, tornando a flexora vertical uma das poucas máquinas que treinada precisamente esta janela de comprimento funcional.

Relevância clínica: A região proximal dos isquiotibiais (junto à tuberosidade isquiática) é a mais suscetível a distensões de alto grau em sprinters. Treinamento em comprimento intermediário-longo (como na posição em pé com carga progressiva) promove adaptações morfológicas que deslocam o ângulo de pico de torque para comprimentos maiores, aumentando a resistência a distensões. Oranchuk et al. (2019) demonstraram que exercícios em comprimento longo produzem maior deslocamento do ângulo de pico de torque do que exercícios em comprimento curto.
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Sistema de cabos e tensão constante

Tensão constante durante o arco de movimento: Em aparelhos de alavanca simples (cam fixo), a curva de resistência segue uma função senoidal — próxima de zero no início do movimento, máxima na posição média, e declinando ao final. O sistema de cabos do LM-019 transmite resistência com curva muito mais plana: a tensão está presente desde os primeiros graus de flexão, atinge seu pico controlado e se mantém até a fase final. Isso significa que os isquiotibiais enfrentam carga efetiva em toda a amplitude, e não apenas em um segmento central do arco.
Relevância para hipertrofia: A tensão constante via cabos resulta em maior tempo sob tensão por repetição em comparação com aparelhos de alavanca equivalentes, sem aumento de percepção de esforço. Wakahara et al. (2012) demonstraram que exercícios com perfil de resistência uniforme ao longo do ROM produzem hipertrofia mais homogênea ao longo do comprimento do músculo, ao contrário de exercícios com sobrecarga concentrada em apenas parte do arco. Isso é particularmente relevante para isquiotibiais, cujo desenvolvimento distal (próximo à fossa poplítea) tem impacto direto na estética e na função.
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Relação isquiotibiais-quadríceps e saúde do joelho

A razão de força entre isquiotibiais e quadríceps (I:Q ratio) é um dos principais indicadores de saúde articular do joelho e de risco de lesão do LCA. A razão convencional (torque máximo isquiotibiais / torque máximo quadríceps) deve idealmente situarse entre 0,50 e 0,80 em velocidades moderadas (60°/s) para atletas. Abaixo de 0,50 indica quadríceps dominante e risco aumentado de entorse em valgo sob carga.

Proteção ligamentar ativa: Os isquiotibiais funcionam como antagonistas dinâmicos do LCA — quando contraídos, tracionam a tíbia posteriormente, aliviando a tensão anterior que poderia distender o ligamento. Palmieri-Smith et al. (2010) confirmaram que atletas com déficit de força dos isquiotibiais têm maior translação anterior da tíbia durante aterrissagens de salto — fator mecânico direto de risco para ruptura do LCA. O treinamento unilateral (como no LM-019) permite identificar e corrigir déficits assimétricos que escapam ao treinamento bilateral.
Monitoramento da razão I:Q: A flexora vertical unilateral permite monitorar a I:Q ratio de cada membro separadamente. Em programas de prevenção, é comum comparar a carga máxima tolerada na flexora vertical unilateral com a carga máxima na extensora unilateral (LM-085 ou LM-001) para cada perna — fornecendo uma estimativa prática da razão I:Q sem necessidade de dinamometria isocinética. Assimetrias de força maiores do que 15% entre membros devem ser endereçadas antes do retorno a treinamentos explosivos.
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Especificidade esportiva — desaceleração e corrida

Análise cinemática da corrida: Na fase de swing tardio (late swing) do sprint, o joelho vai da flexão (após o kick-back) à extensão, enquanto o quadril está em flexão. Nesta fase, os isquiotibiais trabalham excentricamente para desacelerar o joelho — posição próxima à da flexora sentada (quadril flexionado). Já na fase de stance (apoio), os isquiotibiais trabalham com o quadril em posição neutra-estendida — posição similar à da flexora vertical. O LM-019 treina especificamente a janela de comprimento isquiotibial da fase de stance, complementando a flexora sentada (fase de swing) e a flexora prona (fase de kick-back) para cobertura completa do ciclo da corrida.
Aplicação prática por modalidade: Futebol, rugby e basquete: a desaceleração explosiva (mudança de direção com absorção do corpo) exige isquiotibiais fortes na posição semi-ortostática — exatamente o perfil da flexora vertical. Atletismo (velocidade e meio-fundo): combinação de flexora sentada (maior comprimento, fase de swing) + flexora vertical (posição de stance) + Nordic hamstring (controle excêntrico de alto patamar) é a tríade de prevenção mais evidenciada em sprinters.
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Execução e técnica

  1. 1
    Regulagem do rolo: posicionar o rolo acolchoado na face posterior do terço distal da perna (acima do tornozelo) com a perna em extensão. A regulagem por guias lineares permite ajuste fino à anatomia do praticante — não aceitar posicionamento que cause compressão no tendão calcâneo ou no joelho.
  2. 2
    Posição inicial: em pé, apoiado no painel frontal com mãos em contato leve (suporte de equilíbrio, não de força). Perna de suporte com joelho levemente fletido (5–10°) para estabilidade. Quadril em posição neutra — não inclinar a pelve para frente ou para trás. Perna ativa em extensão completa.
  3. 3
    Fase concêntrica (2 s): flexionar o joelho trazendo o calcanhar em direção ao glúteo. A coxa permanece vertical — não elevar o joelho (flexão de quadril invalida o isolamento). Expirar durante a fase concêntrica. O sistema de cabos fornece resistência já nos primeiros graus — respeitar o tempo de execução, sem impulso inicial.
  4. 4
    Pico de contração (1 s): manter a posição de máxima flexão por um segundo, com contração isométrica consciente dos isquiotibiais. Verificar que o quadril não se inclinou lateralmente e que a perna de suporte permanece estável. Não usar o painel para se apoiar — se necessário, reduzir carga.
  5. 5
    Fase excêntrica (3–4 s): estender o joelho de forma lenta e controlada. Esta é a fase de maior valor funcional para proteção de LCA e prevenção de distensões — a carga excêntrica em comprimento intermediário estimula as adaptações morfológicas mais relevantes. Nunca soltar a carga de forma passiva.
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Programação e integração no treino

Posição na sessão: A flexora vertical unilateral pode ser prescrita tanto no início do treino de pernas (quando o praticante está mais descansado para ativação máxima e qualidade técnica) quanto como exercício de isolamento finalista, após exercícios compostos como agachamento e levantamento terra. Para atletas de corrida ou esportes de campo, posição antes do treino técnico é preferível para desenvolver qualidade de contração.
Volume e periodização: Schoenfeld et al. (2017) recomendam 10–20 séries semanais por grupo muscular para hipertrofia. Para isquiotibiais, distribuir o volume entre 2–3 variantes (prona, sentada e vertical) garante estímulos em diferentes comprimentos e padrões de ativação. Para a variante vertical, 3–4 séries × 8–12 repetições com cadência 2-1-3 é um protocolo eficaz para hipertrofia e proteção articular simultâneas.
Monitoramento de assimetrias: Anotar a carga utilizada por cada perna em toda sessão. Uma diferença maior que 10% entre pernas deve ser investigada e corrigida antes de progredir a carga bilateral. Priorizar o membro mais fraco no início de cada série para evitar que o lado mais forte "compense" o volume total percebido.
Populações especiais: Em protocolos de reabilitação de LCA, a flexora unilateral em pé pode ser introduzida (com carga reduzida) a partir de 8–12 semanas de pós-operatório, quando o edema articular e a dor estiverem controlados, e progressão para carga moderada entre 16–20 semanas. A posição em pé é menos provocativa para o LCA reconstituído do que exercícios em cadeia cinética aberta com quadril flexionado.
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Referências científicas

  1. Oranchuk, D.J., Storey, A.G., Nelson, A.R., & Cronin, J.B. (2019). Isometric training and long-term adaptations: effects of muscle length, intensity, and intent. Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports, 29(4), 484–503. PMID: 30580468.
  2. Tsaklis, P., Malliaropoulos, N., Mendiguchia, J., et al. (2015). Muscle and intensity based hamstring exercise classification in elite female track and field athletes. Open Access Journal of Sports Medicine, 6, 209–217. PMID: 26124683.
  3. Palmieri-Smith, R.M., Wojtys, E.M., & Ashton-Miller, J.A. (2010). Association between preparatory muscle activation and peak valgus knee angle. Journal of Electromyography and Kinesiology, 20(1), 201–208. PMID: 19482494.
  4. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  5. Wakahara, T., Fukutani, A., Kawakami, Y., & Yanai, T. (2013). Nonuniform muscle hypertrophy: Its relation to muscle activation in training session. Medicine & Science in Sports & Exercise, 45(11), 2158–2165. PMID: 23669881.
  6. Chumanov, E.S., Heiderscheit, B.C., & Thelen, D.G. (2007). The effect of speed and influence of individual muscles on hamstring mechanics during the swing phase of sprinting. Journal of Biomechanics, 40(16), 3555–3562. PMID: 17706228.
  7. Van Dyk, N., Behan, F.P., & Whiteley, R. (2019). Including the Nordic hamstring exercise in injury prevention programmes halves the rate of hamstring injuries. British Journal of Sports Medicine, 53(21), 1362–1370. PMID: 31097467.
  8. Buckthorpe, M., Della Villa, F., La Rosa, G., & Roi, G.S. (2019). Hamstring muscle injuries in male elite soccer players. British Journal of Sports Medicine, 53(22), 1359–1368. PMID: 30082441.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina para flexão de joelho em pé, unilateral. Trabalha o posterior de coxa de cada perna isoladamente.

O apoio da coxa e o rolo dos tornozelos são reguláveis para alinhar o movimento ao joelho de cada usuário.

Ajuste os apoios, selecione a carga na bateria de peso e flexione o joelho de uma perna de forma controlada, repetindo no outro lado.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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