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Código LM-044 · Categoria Peitoral
Investimento
De R$ 7.369,60 por
R$ 5.158,72
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 135,00
Custo anual aproximadoR$ 779,84
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Banco Supino Declinado

 

Banco declinado para supino, enfatizando a porção inferior do peitoral.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design profissional.

Outras Especificações

Largura

1,20 m

Altura

1,18 m

Comprimento

1,74 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Banco Supino Declinado — análise técnica e biomecânica

Peitoral inferior (esternocostal) — ênfase do declinadoDimensões: 1,20 × 1,74 × 1,18 mEMG, biomecânica e saúde do ombro
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O equipamento

O Banco Supino Declinado (LM-044) é um banco com inclinação negativa (ângulo declinado) dedicado ao supino declinado — o exercício de press horizontal que mais enfatiza a porção inferior do peitoral. Suas dimensões (1,20 m × 1,74 m × 1,18 m) acomodam praticantes de diferentes biótipos com segurança. O banco possui fixação para os tornozelos, essencial para manter o praticante posicionado durante o exercício na inclinação negativa.

O supino declinado é frequentemente sub-utilizado nas academias, mas apresenta vantagens biomecânicas importantes: produz a maior ativação total integrada do peitoral maior de todas as variantes de supino (reto, inclinado e declinado), permite cargas máximas superiores e gera menor stress articular no ombro durante o movimento — tornando-o excelente opção para praticantes com histórico de impacto subacromial.

Especificações Linha Muscle: Banco com inclinação negativa (declinado); fixação para tornozelos; dimensões 1,20×1,74 m; estrutura robusta em aço; estofado Diamond costura dupla; pintura eletrostática WEG; acabamentos inox escovado.
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Musculatura — supino declinado

Ativação relativa no supino declinado — referência EMG

Valores baseados em Glass & Armstrong (1997) e Barnett et al. (1995). O declinado apresenta a maior ativação total do peitoral maior (média de todas as porções) de todas as variantes, com menor ativação do deltoide anterior que no supino inclinado.

Músculos primários

Peitoral maior — porção esternocostal (primário — ativação máxima no declinado)
~95%
Peitoral maior — porção clavicular (primário — boa ativação mesmo no declinado)
~70%
Tríceps braquial (sinergista — grande participação no declinado)
~68%
Deltoide anterior (sinergista — menor que no inclinado)
~30%
Serrátil anterior (estabilizador escapular)
~28%
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Por que o declinado enfatiza o peitoral inferior

A porção esternocostal inferior do peitoral maior tem sua origem nas costelas inferiores e cartilagens costais (6ª a 8ª costelas). Sua linha de tração (de origem à inserção no úmero) é oblíqua: de inferior-medial para superior-lateral. Na posição declinada, o vetor de movimento da barra coincide mais perfeitamente com esta linha de tração, recrutando-a maximamente.

Barnett et al. (1995) — PMID: 7650256: Avaliação EMG mostrou que o supino declinado ativa a porção esternocostal do peitoral maior em maior intensidade que o reto e o inclinado (p<0,05). A porção clavicular também manteve boa ativação no declinado — superior ao reto — tornando o declinado um exercício eficiente para todo o peitoral, não apenas para o peitoral inferior como popularmente se acredita.
Vantagem estética: A região inferior do peitoral ("linha peitoral inferior") é a que define a separação visual entre o peitoral e o abdômen — região frequentemente subdesenvolvida em praticantes que treinam apenas supino reto e inclinado. O banco supino declinado é o método mais direto para desenvolver esta região.
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Biomecânica e carga articular no ombro

A posição declinada reduz a abdução glenoumeral durante o supino em comparação ao supino reto — a cabeça do úmero permanece mais próxima do tronco durante todo o movimento. Esta redução da abdução diminui a tensão sobre o tendão do supra-espinhoso (manguito rotador) e o risco de impacto subacromial.

Menor stress subacromial: A abdução glenoumeral no declinado é ~10–15° menor que no reto, o que reduz a possibilidade de pinçamento do supra-espinhoso entre a cabeça umeral e o acrômio. Recomendado para praticantes com síndrome do impacto subacromial moderada.
Maior carga absoluta: A maioria dos praticantes suporta 5–15% mais carga no declinado do que no supino reto, graças à menor amplitude e à posição mais vantajosa do peitoral esternocostal. Excelente para séries de força máxima.
05

Progressão — o mais forte dos supinos

Força máxima: 4–5 séries × 3–6 reps, 85–95% 1RM, intervalo 3–5 min. O declinado é excelente para construir força bruta de peitoral que transfere para os outros supinos.
Hipertrofia peitoral inferior: 3–4 séries × 8–12 reps, 70–80% 1RM, intervalo 90 s. Incluir variação com halteres para maior amplitude e crucifixo declinado como complemento de isolamento.
Volume total: Não exagerar no volume do supino declinado pois o tríceps braquial é fortemente ativado neste exercício. Em dias que precedem treino de tríceps, reduzir volume do declinado para não comprometer a recuperação do músculo.
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Fixação dos pés e postura no declinado

  1. 1
    Fixação dos tornozelos: encaixar os tornozelos firmemente no suporte antes de deitar. A fixação adequada é fundamental para manter o praticante estável na posição declinada — especialmente durante cargas máximas.
  2. 2
    Posição da cabeça: deitar devagar, usando os braços como apoio. A cabeça deve ficar na extremidade inferior do banco. Verificar que não há tontura antes de iniciar (pressão hidrostática aumentada).
  3. 3
    Escápulas: retrair e deprimir as escápulas igualmente ao supino reto. O encosto do banco em posição declinada torna esta posição ainda mais natural e estável.
Contra indicação vascular: O declinado eleva a pressão hidrostática intracraniana e a pressão arterial sistólica durante o exercício. Indivíduos com hipertensão arterial não controlada, histórico de AVC, glaucoma ou cefaleia frequente devem consultar médico antes de usar esta posição regularmente.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: fixar tornozelos, deitar, retrair escápulas. Segurar a barra com pegada média pronada (~1,5× largura dos ombros). Soltar a barra do suporte com ajuda de assistente.
  2. 2
    Descida (excêntrica): inspirar e descer a barra controladamente em 3 s até tocar a parte inferior do peitoral / esterno inferior. No declinado, o ponto de toque é mais inferior que no supino reto.
  3. 3
    Subida (concêntrica): expirar e empurrar para cima de forma explosiva-controlada em 2 s. A trajetória da barra é levemente oblíqua (em direção à cabeça) — não perfeitamente vertical, pela mecânica natural do peitoral inferior.
  4. 4
    Retorno ao suporte: ao final da série, retornar a barra ao suporte com assistência. Sair devagar da posição declinada — levantar devagar para evitar tontura ortostática.
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Segurança articular

Spotter obrigatório em cargas máximas: Na posição declinada, a saída de emergência é mais difícil que no supino reto. Para cargas próximas do máximo, o uso de um assistente (spotter) ou pinos de segurança é obrigatório.
Retorno ao suporte: Não tente recolocar a barra sozinho quando estiver fatigado após uma série pesada. Solicite sempre a ajuda de um assistente para o rerack seguro.
Contraindicações: Hipertensão não controlada, glaucoma, AVC recente, hérnia de hiato severa (refluxo acentuado na posição declinada) e instabilidade do ombro anterior.
Vantagem para ombros sensíveis: Paradoxalmente, o declinado é o supino mais seguro para o ombro em termos de stress subacromial. Para praticantes com impacto leve a moderado, substituir o supino reto pelo declinado pode manter o volume de peitoral sem agravar o ombro.
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Referências científicas

  1. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227. PMID: 7650256.
  2. Glass, S.C., & Armstrong, T. (1997). Electromyographical activity of the pectoralis muscle during incline and decline bench presses. Journal of Strength and Conditioning Research, 11(3), 163–167.
  3. Trebs, A.A., Brandenburg, J.P., & Pitney, W.A. (2010). An electromyography analysis of 3 muscles surrounding the shoulder joint during the performance of a chest press exercise at several angles. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1925–1930. PMID: 20386132.
  4. Schick, E.E., Coburn, J.W., Brown, L.E., et al. (2010). A comparison of muscle activation between a Smith machine and free weight bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(3), 779–784. PMID: 20145568.
  5. Lugo, R., Kung, P., & Ma, C.B. (2008). Shoulder biomechanics. European Journal of Radiology, 68(1), 16–24. PMID: 18511227.
  6. Hackett, D.A., & Chow, C.M. (2013). The Valsalva maneuver: its effect on intra-abdominal pressure and safety issues during resistance exercise. Journal of Strength and Conditioning Research, 27(8), 2338–2345. PMID: 23222073.
  7. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2016). Effects of resistance training frequency on measures of muscle hypertrophy: A systematic review and meta-analysis. Sports Medicine, 46(11), 1689–1697. PMID: 27102172.
  8. Reinold, M.M., Escamilla, R., & Wilk, K.E. (2009). Current concepts in the scientific and clinical rationale behind exercises for glenohumeral and scapulothoracic musculature. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 39(2), 105–117. PMID: 19194024.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco declinado para supino. Enfatiza a porção inferior do peitoral.

A inclinação declinada e os apoios de pernas posicionam o corpo para focar a parte baixa do peitoral.

Posicione-se com as pernas apoiadas e execute o supino declinado com barra ou halteres, controlando a amplitude do movimento.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), o que dá total liberdade na escolha dos exercícios e na progressão das cargas.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada — estabilidade e conforto para suportar o uso intenso de academias e studios.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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