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Código LM-045 · Categoria Peitoral
Investimento
De R$ 7.369,60 por
R$ 5.158,72
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 135,00
Custo anual aproximadoR$ 779,84
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Banco Supino Inclinado

 

Banco inclinado para supino, enfatizando a porção superior do peitoral e os ombros.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design profissional.

Outras Especificações

Largura

1,20 m

Altura

1,48 m

Comprimento

1,42 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Banco Supino Inclinado — análise técnica e biomecânica

Peitoral superior (clavicular) e ombrosCarga livre · Linha Muscle · Estrutura 150×50 mmBanco dedicado para supino inclinado com barra
01

O equipamento

O Banco Supino Inclinado (LM-045) é um banco dedicado para o supino inclinado com carga livre (barra ou halteres), com ênfase na porção superior (clavicular) do peitoral maior e nas cabeças do deltoide anterior. Por ser categorizado na linha Peito, é projetado com estrutura reforçada de tubos de aço 150×50 mm (espessura 3–8 mm) para suportar com segurança as cargas absolutas típicas do supino com barra, garantindo estabilidade durante o levantamento pesado.

Diferentemente de um banco inclinado multifuncional de uso geral, o Banco Supino Inclinado LM-045 é posicionado em um ângulo fixo otimizado para a ativação máxima do peitoral clavicular — tipicamente entre 30° e 45° — e conta com apoios laterais e estrutura de suporte posicionada para facilitar o trabalho com barra. O revestimento Soft Touch Diamond garante aderência e conforto durante os repetidos apoios do tronco.

Especificações Linha Muscle: Banco supino inclinado dedicado para carga livre; tubos 150×50 mm (espessura 3–8 mm); pintura eletrostática WEG; revestimento Soft Touch Diamond; ângulo fixo para supino inclinado (30–45°).
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Musculatura envolvida

Ativação relativa no supino inclinado — referência EMG (%CVMi)

Baseado em Trebs et al. (2010) e Barnett et al. (1995). Valores estimados para inclinação de 30–45°.

Músculos primários

Peitoral maior — porção clavicular (primário — máxima entre os bancos de supino)
~91%
Peitoral maior — porção esternocostal (primário)
~60%
Deltoide anterior (sinergista — maior contribuição que no supino reto)
~74%
Tríceps braquial (sinergista — extensão do cotovelo)
~58%

Músculos estabilizadores

Serrátil anterior (estabilizador — protração e rotação escapular)
~38%
Manguito rotador (conjunto) (estabilizador glenoumeral)
~30%
Nota sobre co-ativação deltoide–peitoral: No supino inclinado, a co-ativação entre deltoide anterior e peitoral clavicular é significativamente maior que no supino reto, devido à demanda angular do movimento. Esta co-ativação é produtiva para o desenvolvimento do ombro anterior (Trebs et al., 2010), mas também implica maior exigência sobre os tecidos do ombro — justificando atenção redobrada à postura escapular e ao aquecimento prévio.
03

Biomecânica do supino inclinado

No supino inclinado, o vetor de movimento tem um componente mais vertical que no supino reto, pois o praticante está inclinado a 30–45°. Isso altera o ângulo de ataque sobre o peitoral: em vez de um movimento puramente horizontal, há uma combinação de adução horizontal com flexão glenoumeral, o que ativa preferencialmente as fibras da porção clavicular do peitoral maior, inseridas na claví­cula, que são anatomicamente otimizadas para a flexão do ombro.

Biomecânica das fibras claviculares: As fibras da porção clavicular do peitoral maior originam-se na metade medial da clavícula e inserem-se no lábio anterior do sulco intertubercular do úmero. Sua ação principal é a flexão e adução horizontal do ombro. No supino inclinado, este padrão de ação corresponde exatamente à trajetória de elevação da barra, resultando em ativação preferencial dessas fibras (Barnett et al., 1995).
Centro de pressão escapular: Durante o supino inclinado, a escápula tende a realizar maior abdução (protração) do que no supino reto, aumentando a participação do serrátil anterior. Manter a escápula em posição de leve retração durante o exercício é debatido — alguns autores como Lehman (2005) argumentam que a retração melhora a estabilidade do ombro; outros que permite maior amplitude funcional do peitoral.
04

Ângulo de inclinação e ativação muscular

A inclinação do banco é o principal determinante de qual porção do peitoral será mais ativada. Estudos eletromiográficos estabelecem uma curva de ativação em função do ângulo:

0° (reto): Máxima ativação da porção esternocostal média — porção mais robusta do músculo. Menor participação do deltoide anterior. Maior carga absoluta suportada.
30°: Transição ideal — ativação clavicular já significativamente maior que a 0°, com menor perda de carga total em comparação a ângulos maiores. Frequentemente citado como o ângulo de melhor equilíbrio entre especificidade e desempenho.
45°: Ativação clavicular máxima do peitoral, porém co-ativação do deltoide anterior também é máxima. A carga suportada é menor que a 30°. Barnett et al. (1995) documentaram que a ativação clavicular aumenta progressivamente de 0° a 45°.
?60°: Transição para press de ombro — o peitoral clavicular perde eficiência mecânica e o deltoide anterior passa a ser o prime mover. Ângulos acima de 60° comprometem a especificidade para o peitoral.

O Banco Supino Inclinado LM-045, com ângulo fixo de 30–45°, posiciona o praticante na janela ótima de ativação clavicular, tornando-o o aparelho de bancada ideal para complementar o desenvolvimento do peitoral superior.

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Supino inclinado vs exercícios similares

vs. Crucifixo inclinado: O supino inclinado recruta significativamente mais tríceps (flexão+extensão do cotovelo) e permite carga absoluta muito maior. O crucifixo isola melhor o peitoral, mas com menor carga total. Para hipertrofia muscular máxima, o supino inclinado é geralmente superior em termos de volume de carga.
vs. Press inclinado em máquina: O supino inclinado com barra/halteres demanda maior co-ativação dos estabilizadores do ombro e do core. A máquina reduz a instabilidade mas também reduz o recrutamento dos músculos estabilizadores. A combinação dos dois métodos é superior a usar apenas um deles.
vs. Supino reto: Para o peitoral clavicular especificamente, o supino inclinado é superior (Barnett et al., 1995). Para o peitoral esternocostal global e força máxima, o supino reto tem vantagem. Um programa completo para o peitoral deve incluir ambas as variações.
Limitação de carga: No supino inclinado, a carga absoluta é menor que no supino reto (redução típica de 10–25%), pois o deltoide anterior — músculo de menor massa — compartilha o trabalho com o peitoral clavicular, tornando-se o elo mais fraco da cadeia cinética.
06

Configuração e postura

  1. 1
    Posicionamento no banco: deitar com as nádegas e dorso apoiados, cabeça totalmente sustentada pelo banco. A coluna deve manter a curvatura natural — uma leve lordose lombar fisiológica é aceitável, mas não forçar o arco excessivo.
  2. 2
    Posição dos pés: firmar os pés no chão para estabilidade pélvica. Em bancos de altura elevada, usar suporte adicional se necessário.
  3. 3
    Retração escapular: pressionar levemente as escápulas contra o banco — posição que estabiliza o cinturão escapular e cria uma base sólida para o press. Manter esta ativação durante todo o movimento.
  4. 4
    Pegada na barra: largura ligeiramente maior que os ombros (índice: pulsos acima dos cotovelos na posição de descida). Pulsos em linha com o antebraço — evitar extensão excessiva dos pulsos.
07

Execução fase a fase

  1. 1
    Retirada da barra: com auxílio de spotting (treino com carga elevada), retirar a barra do suporte em posição de extensão dos cotovelos. Posicionar sobre a linha da clavícula/parte superior do peitoral.
  2. 2
    Fase excêntrica (descida, ~3 s): inspirar e descer a barra controladamente em direção à parte superior do peitoral (clavícula), cotovelos a ~75° do tronco (não abrir a 90°). Toque leve no peito — sem quicar.
  3. 3
    Fase concêntrica (subida, ~2 s): expirar e empurrar a barra de volta ao ponto de partida em trajetória levemente curvada (não vertical pura). Estender os cotovelos sem hiperestender. Não desbloquear os cotovelos completamente.
  4. 4
    Controle ao longo de toda a amplitude: manter tensão muscular constante em todos os pontos — especialmente na descida, que é o maior estímulo de hipertrofia do supino inclinado.
08

Segurança articular

Risco de lesão no ombro: O supino inclinado é um dos exercícios com maior incidência de lesão no ombro. A abertura excessiva dos cotovelos (cotovelos em 90° em relação ao tronco) aumenta a torção sobre o manguito rotador e o impacto subacromial. Manter cotovelos a ~75° do tronco é a orientação biomecânica mais segura.
Cotovelo e pulso: Não hiperestender os cotovelos no topo do movimento. Manter os pulsos retos (em linha com o antebraço) — a extensão do pulso transfere carga sobre a articulação radiocárpica.
Progressão segura: Para iniciantes, começar com halteres antes da barra — permitem que cada braço siga sua trajetória natural de conforto articular. A barra no supino inclinado é mais exigente na estabilização e deve ser progressivamente introduzida.
Aquecimento prévio: Séries de aquecimento com 30–40% da carga de trabalho são especialmente importantes no supino inclinado, pois a co-ativação deltoide–peitoral exige que tanto o manguito rotador quanto o peitoral estejam preparados termicamente antes da carga máxima.
09

Referências científicas

  1. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227. PMID: 7650256.
  2. Trebs, A.A., Brandenburg, J.P., & Pitney, W.A. (2010). An electromyography analysis of 3 muscles surrounding the shoulder joint during the performance of a chest press exercise at several angles. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1925–1930. PMID: 20386132.
  3. Lehman, G.J. (2005). The influence of grip width and forearm pronation/supination on upper-body myoelectric activity during the flat bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 19(3), 587–591. PMID: 16095408.
  4. Schick, E.E., Coburn, J.W., Brown, L.E., et al. (2010). A comparison of muscle activation between a Smith machine and free weight bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(3), 779–784. PMID: 20145568.
  5. Duffey, M.J., & Challis, J.H. (2011). Fatigue effects on bar kinematics during the bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 25(1), 139–145. PMID: 21240025.
  6. Golas, A., Maszczyk, A., Zajac, A., et al. (2017). Optimizing post-activation potentiation for explosive activities in competitive sports. Journal of Human Kinetics, 57, 7–12. PMID: 28713557.
  7. Reinold, M.M., Escamilla, R., & Wilk, K.E. (2009). Current concepts in the scientific and clinical rationale behind exercises for glenohumeral and scapulothoracic musculature. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 39(2), 105–117. PMID: 19194024.
  8. Lugo, R., Kung, P., & Ma, C.B. (2008). Shoulder biomechanics. European Journal of Radiology, 68(1), 16–24. PMID: 18511227.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco inclinado para supino. Enfatiza a porção superior do peitoral e os ombros.

A inclinação posiciona o tronco para focar a parte alta do peitoral; o encosto firme garante estabilidade.

Deite-se com as costas apoiadas e execute o supino inclinado com barra ou halteres, controlando a descida e a subida.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), o que dá total liberdade na escolha dos exercícios e na progressão das cargas.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada — estabilidade e conforto para suportar o uso intenso de academias e studios.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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