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Código LM-047 · Categoria Peitoral
Investimento
De R$ 7.056,00 por
R$ 4.939,20
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
Falar com consultor
Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 60,00
Custo anual aproximadoR$ 677,40
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Banco Supino Reto
Banco Supino Reto

 

Estrutura fixa e estável, com suportes que permitem o apoio da barra com segurança durante o exercício.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design profissional.

Outras Especificações

Largura

1,20 m

Altura

1,19 m

Comprimento

1,86 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Banco Supino Reto — análise técnica e biomecânica

Peitoral, ombros e tríceps — supino reto com barraEstrutura fixa · Suportes para barra · 1,20×1,86×1,19 mEstação dedicada para supino reto com barra livre
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O equipamento

O Banco Supino Reto (LM-047) é uma estação de supino reto com barra — o equipamento mais clássico e mais estudado da musculação. Sua estrutura fixa e estável (1,20 m × 1,86 m × 1,19 m), com suportes para barra integrados, é projetada especificamente para suportar com segurança as maiores cargas de um programa de treinamento. Por ter ângulo fixo de 0° (completamente horizontal), é o banco mais adequado para supino reto com barra livre.

O estofado reforçado Diamond com costura dupla e os acabamentos em aço inox escovado garantem durabilidade, estética profissional e conforto durante séries pesadas. Ao contrário de bancos ajustáveis, a estrutura fixa do LM-047 elimina qualquer jogo ou imprecisão no ângulo — garantindo a estabilidade máxima necessária para o trabalho com barra em cargas sub-máximas e máximas.

Especificações Linha Muscle: Banco fixo a 0° (horizontal); suportes para barra integrados; estofado Diamond costura dupla; acabamentos em aço inox escovado; pintura eletrostática WEG; 1,20×1,86×1,19 m.
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Musculatura envolvida

Ativação relativa no supino reto com barra — referência EMG (%CVMi)

Baseado em Escamilla et al. (2000), Schick et al. (2010) e Golas et al. (2017). Pegada padrão (1,5× largura de ombros), amplitude completa.

Músculos primários e sinergistas

Peitoral maior — porção esternocostal (primário máximo no supino reto)
~95%
Peitoral maior — porção clavicular (primário)
~68%
Tríceps braquial — cabeça longa (sinergista — fase final da extensão)
~62%
Tríceps braquial — cabeças lateral e medial (sinergistas)
~55%
Deltoide anterior (sinergista — menor participação que no inclinado)
~45%

Estabilizadores

Serrátil anterior (estabilizador escapular)
~30%
Manguito rotador (estabilizador glenoumeral)
~22%
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Biomecânica do supino reto

O supino reto com barra é um movimento de cadeia cinética fechada (a barra conecta os dois lados do corpo) que realiza adução horizontal do ombro combinada com extensão do cotovelo. O vetor de força é predominantemente vertical na posição deitada. As principais estruturas musculares envolvidas agem simultaneamente por mecanismo de força dupla:

Mecanismo de força dupla do peitoral: O peitoral maior age tanto na adução horizontal (aproximar o úmero do esterno) quanto na extensão glenoumeral (mover o úmero de uma posição de ligeira flexão de volta à posição neutra). Estas duas ações ocorrem simultaneamente durante a fase concêntrica do supino, resultando em alta força de produção para uma massa muscular de grande secção transversa — razão pela qual o supino reto permite as maiores cargas de qualquer exercício de membros superiores.
Ativação do tríceps no sticking point: Escamilla et al. (2000) documentaram que a ativação do tríceps é máxima no sticking point (ponto de maior dificuldade) do supino — momento em que o ombro está em ~90° de abdução e o cotovelo em ~90° de flexão. Neste ponto, o peitoral está em comprimento intermediário e a demanda de torque sobre o cotovelo é máxima — tornando o tríceps o músculo crítico para superar o sticking point.
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Curva de força e sticking point

O supino reto com barra apresenta uma curva de força específica — a força produzida varia ao longo da amplitude de movimento:

Fase inicial (barra no peito ? 60°): Pico de ativação do peitoral maior (posição de maior estiramento e máxima força de tração do músculo). Esta é a fase mais forte do movimento para o peitoral — a descida excêntrica neste ponto representa o maior estímulo hipertrófico do exercício.
Sticking point (~90° de extensão do cotovelo): Ponto de menor vantagem mecânica do sistema peitoral + tríceps. É aqui que a maioria das repetições falham. O peitoral não está mais em posição ótima de produção de força e o tríceps ainda não atingiu sua vantagem máxima — criando uma "janela de fraqueza" biomecânica.
Fase final (extensão dos cotovelos): O tríceps domina. A força produzida aumenta novamente pois o tríceps está em posição de máxima vantagem mecânica. Alguns praticantes trancam os cotovelos no topo — prática que transfere carga para as estruturas articulares e deve ser evitada.
Estratégias para superar o sticking point: Pausa no peito (2 s na posição mais baixa para eliminar energia elástica e fortalecer a fase inicial), board press (amplitude parcial), e treino específico com exercícios de tríceps (triceps pressing) são as estratégias mais evidenciadas para superar o sticking point no supino (Golas et al., 2017).
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Largura de pegada na barra

A largura da pegada na barra é uma das variáveis mais relevantes para a especificidade do supino reto, afetando tanto a ativação muscular quanto o risco de lesão:

Pegada estreita (menor que 1× largura de ombros): Maior ativação do tríceps e menor do peitoral. Reduz a amplitude de rotação externa do ombro — potencialmente mais segura para o ombro. Usada no close-grip bench press para ênfase no tríceps. Menor carga máxima.
Pegada padrão (1,5× largura de ombros): Máxima ativação combinada do peitoral e tríceps; melhor equilíbrio entre carga e segurança. Maior carga absoluta. Recomendada como padrão para a maioria dos praticantes (Lehman, 2005).
Pegada larga (>2× largura de ombros): Reduz a amplitude de movimento, diminuindo o trabalho total por repetição. Não oferece vantagem comprovada de ativação muscular sobre a pegada padrão. Aumenta o stress mecânico sobre as articulações AC e glenoumeral.
Ponto prático: A largura ótima individual é aquela na qual os antebraços ficam verticais na posição de barra no peito — o que minimiza o torque externo sobre o punho e o cotovelo. Este ponto varia com o comprimento do úmero e rádio de cada indivíduo.
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Postura e setup

  1. 1
    Posicionamento no banco: deitar com olhos diretamente abaixo da barra. Cabeça, ombros e nádegas em contato com o banco. Pés firmemente no chão — não elevar os pés, pois reduz a base de estabilidade.
  2. 2
    Escápulas: pressionar as escápulas contra o banco em retração e depressão — criar uma "plataforma" estável para o press. Manter esta ativação durante toda a série.
  3. 3
    Lordose lombar: uma leve lordose fisiológica (espaço suficiente para passar a mão espalmada sob a lombar) é aceitável e natural. Arco excessivo (lifter arch) desloca mecanicamente o peito, encurtando a amplitude — prática aceitável no powerlifting competitivo mas não recomendada para hipertrofia.
  4. 4
    Pegada e pulsos: segurar a barra com polegar envolvendo a barra (full grip). Pulsos em posição neutra (extensão mínima). A barra deve repousar na parte inferior da palma — sobre os ossos da mão, não sobre os dedos.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Unrack (retirada do suporte): com assistência do spotter ou sozinho, pressionar a barra para cima até extensão total e deslocar horizontalmente até ficar diretamente sobre a linha dos ombros. Manter as escápulas ativas.
  2. 2
    Fase excêntrica (3 s): inspirar (Valsalva parcial) e descer a barra de forma controlada em direção ao peito. Cotovelos a ~75° do tronco (não 90°). A barra deve tocar o peito levemente — sem rebater.
  3. 3
    Fase concêntrica (1–2 s): expirar ao pressionar a barra de volta. Trajetória em leve arco — a barra sobe diretamente (não vertical pura). Estender os cotovelos sem travar. Reposicionar mentalmente o esforço sobre o peitoral — não sobre os braços.
  4. 4
    Rack: ao concluir a série, deslocar a barra de volta ao suporte com controle — não soltar abruptamente. Confirmar que a barra está segura antes de relaxar as escápulas.
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Segurança articular

Spotting obrigatório: O supino reto com barra pesada é o único exercício de musculação em que uma falha pode resultar em lesão grave por esmagamento. Nunca realizar o supino reto com barra em cargas sub-máximas ou máximas sem um spotter competente. Alternativamente, usar colares de segurança no rack ou a versão com halteres.
Lesão do ombro: A lesão no ombro no supino reto geralmente se origina em cotovelos muito abertos (90°) + cargas pesadas + descida rápida. Cotovelos a 75° do tronco e descida controlada (3 s) são as duas principais medidas preventivas.
Desequilíbrio anterior/posterior: O supino reto, por ser frequentemente super-prioritizado em programas de musculação, cria desequilíbrio de força entre os músculos de empurrar (peitoral, tríceps, deltoide anterior) e os de puxar (romboides, trapézio, infraespinhoso). Um programa balanceado deve incluir pelo menos um exercício de puxada por cada exercício de empurrada.
Progressão de carga: Duffey & Challis (2011) demonstraram que a cinemática da barra se deteriora significativamente com a fadiga — maior oscilação lateral, assimetria na descida e perda de controle no sticking point. Quando a técnica falhar antes do número de reps planejado, encerrar a série — não sacrificar a forma.
09

Referências científicas

  1. Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., Zheng, N., Lander, J.E., & Andrews, J.R. (2000). Biomechanics of the knee during closed kinetic chain and open kinetic chain exercises. Medicine & Science in Sports & Exercise, 30(4), 556–569. PMID: 9565938.
  2. Schick, E.E., Coburn, J.W., Brown, L.E., et al. (2010). A comparison of muscle activation between a Smith machine and free weight bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(3), 779–784. PMID: 20145568.
  3. Golas, A., Maszczyk, A., Zajac, A., et al. (2017). Optimizing post-activation potentiation for explosive activities in competitive sports. Journal of Human Kinetics, 57, 7–12. PMID: 28713557.
  4. Lehman, G.J. (2005). The influence of grip width and forearm pronation/supination on upper-body myoelectric activity during the flat bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 19(3), 587–591. PMID: 16095408.
  5. Duffey, M.J., & Challis, J.H. (2011). Fatigue effects on bar kinematics during the bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 25(1), 139–145. PMID: 21240025.
  6. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227. PMID: 7650256.
  7. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2016). Effects of resistance training frequency on measures of muscle hypertrophy. Sports Medicine, 46(11), 1689–1697. PMID: 27102172.
  8. Green, C.M., & Comfort, P. (2007). The affect of grip width on bench press performance and risk of injury. Strength and Conditioning Journal, 29(5), 10–14.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco de supino reto com suportes para barra. Foca o peitoral, com auxílio de ombros e tríceps.

A estrutura horizontal e os suportes de barra dão segurança e estabilidade ao supino reto.

Deite-se com a coluna apoiada, retire a barra dos suportes e execute o supino de forma controlada, mantendo os pés firmes no chão.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), o que dá total liberdade na escolha dos exercícios e na progressão das cargas.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada — estabilidade e conforto para suportar o uso intenso de academias e studios.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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