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Código LM-046 · Categoria Peitoral
Investimento
De R$ 8.937,60 por
R$ 6.256,32
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 125,00
Custo anual aproximadoR$ 907,04
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Banco Supino Multi
Banco Supino Multi
Banco Supino Multi

O encosto possui regulagem de ângulo, permitindo configurar o banco nas posições reto e inclinado para exercícios com barra ou halteres.

Indicado para supino reto e inclinado, trabalhando peitoral, ombros e tríceps com pesos livres.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design profissional.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Banco Supino Multi — análise técnica e biomecânica

Peitoral, ombros e tríceps — supino reto e inclinadoEncosto regulável · Suportes para barra · Carga livre · PeitoPlataforma multipropósito com suporte integrado de barra
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O equipamento

O Banco Supino Multi (LM-046) é um banco de supino com encosto regulável entre a posição reta (0°) e inclinada, e com suportes integrados para barra — tornando-o uma estação de supino completa para exercícios com carga livre (barra ou halteres). A capacidade de alternar entre supino reto e supino inclinado sem trocar de equipamento permite ao praticante estruturar sessões de treino com múltiplos ângulos no mesmo banco, otimizando o estímulo global do peitoral.

Com estofamento reforçado Diamond com costura dupla, acabamentos em aço inox escovado e pintura eletrostática WEG, o banco combina durabilidade com estética profissional. Por pertencer à categoria Peito, é dimensionado para a demanda de cargas máximas do supino com barra — exercício que exige base rígida e suportes robustos para garantir segurança no levantamento pesado.

Especificações Linha Muscle: Encosto regulável entre posição reta e inclinada; suportes para barra integrados; estofado Diamond costura dupla; acabamentos em aço inox escovado; pintura eletrostática WEG; estrutura tubular robusta.
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Musculatura envolvida

Perfil de ativação — supino reto com barra (principal referência EMG)

Baseado em Schick et al. (2010) e Barnett et al. (1995). Os valores para posição inclinada (30–45°) implicam acréscimo de ~15–20% na porção clavicular e redução equivalente na esternocostal.

Músculos primários — supino reto

Peitoral maior — porção esternocostal (primário máximo no reto)
~93%
Peitoral maior — porção clavicular (primário — aumenta com inclinação)
~68%
Tríceps braquial (sinergista — extensão do cotovelo)
~60%
Deltoide anterior (sinergista — aumenta no inclinado até ~75%)
~45%
Serrátil anterior (estabilizador escapular)
~30%
Manguito rotador (conjunto) (estabilizador glenoumeral)
~22%
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Periodização por ângulo de supino

A principal vantagem científica do Banco Supino Multi é permitir periodização baseada em ângulo dentro de uma única estação, sem trocar de equipamento. Pesquisas mostram que a variação sistemática de ângulo ao longo de semanas ou mesociclos resulta em desenvolvimento muscular mais completo do peitoral do que o uso de um único ângulo fixo (Fonseca et al., 2014):

Mesociclo de força (Fase 1 — reto): Supino reto com barra, 4×4–6 reps, 85–90% 1RM. Ênfase em carga máxima e desenvolvimento da porção esternocostal. O suporte de barra integrado é indispensável para a segurança em cargas próximas ao máximo.
Mesociclo de hipertrofia (Fase 2 — inclinado): Supino inclinado, 4×8–12 reps, 70–75% 1RM. Ênfase no volume e no peitoral clavicular. A regulagem rápida do encosto permite alterar o ângulo sem interromper a sessão, mantendo a densidade de treino.
Sessão com drop de ângulo: Técnica avançada: iniciar série no inclinado, reduzir o ângulo para reto sem descanso. Permite explorar tanto o peitoral clavicular (inclinado) quanto o esternocostal (reto) na mesma série, maximizando o volume de estímulo por unidade de tempo.
Progressão recomendada: Dominar a técnica no supino reto antes de avançar para o inclinado. A posição inclinada exige maior estabilização do ombro e co-ativação do deltoide anterior — o que demanda pré-ativação dos músculos do manguito rotador.
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Biomecânica comparada dos supinos

O banco supino multi permite comparar e contrastar os dois padrões de supino que apresentam maior volume de evidência científica:

Supino Reto (0°): Vetor de força predominantemente horizontal. Ativa ao máximo as fibras esternocostais médias e inferiores do peitoral, que representam a maior massa muscular do músculo. A carga absoluta é maior que em qualquer outro ângulo de supino — o que gera maior estímulo mecânico total por repetição. Barnett et al. (1995) documentaram que o reto produz a maior soma de ativação EMG total do peitoral (porções combinadas) entre os três ângulos de supino estudados.
Supino Inclinado (30–45°): Vetor com componente de flexão glenoumeral. Ativa preferencialmente as fibras claviculares — as de menor secção transversa total no músculo, por isso com tendência a serem sub-desenvolvidas em praticantes que priorizam apenas o reto. O Trebs et al. (2010) confirmaram a progressão de ativação clavicular com aumento do ângulo, especialmente entre 0° e 30°.
Princípio da especificidade de ângulo: Cada ângulo de treinamento desenvolve força e hipertrofia com especificidade para a amplitude e posição utilizadas. Variar entre reto e inclinado no mesmo banco garante transferência de ganhos para múltiplos padrões de movimento de empurrar — relevante tanto para fitness geral quanto para desempenho atlético.
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Barra livre vs. halteres no Banco Supino Multi

O LM-046 suporta tanto barra (via suportes integrados) quanto halteres. A escolha entre eles afeta significativamente o padrão de ativação e o desenvolvimento muscular:

Barra (com suporte): Permite cargas absolutas mais altas; trajetória fixa facilita progressão de carga; menor demanda de estabilização por braço (os dois lados se compensam); maior risco de desequilíbrio assimétrico oculto; indispensável para treino de força máxima. O suporte integrado da LM-046 é essencial para a segurança.
Halteres: Cada braço trabalha independentemente — expõe e corrige desequilíbrios; permite trajetória natural do ombro; maior amplitude de movimento possível (os halteres podem descer além do nível do banco); maior ativação dos músculos estabilizadores. A carga absoluta é menor que com barra em praticantes avançados (Saeterbakken et al., 2011).
Saeterbakken et al. (2011): Comparam supino com barra, halteres e smith machine. O press com halteres ativa mais as cabeças longa e curta do bíceps como estabilizadores e apresenta maior variabilidade de trajetória — indicando maior demanda de controle motor e potencial para adaptações neuromusculares distintas.
Estratégia combinada: Usar barra nas séries mais pesadas (força máxima, 3–5 reps) e halteres nas séries de hipertrofia (8–15 reps) ou ao final da sessão quando a musculatura estabilizadora já está fatigada — o banco multi facilita esta progressão sem mudar de estação.
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Configuração e regulagem

  1. 1
    Ajuste do ângulo: configurar o encosto na posição desejada (reto = 0° ou inclinado = ângulo selecionado, tipicamente 30–45°). Certificar-se de que o encaixe do pino de regulagem está seguro antes de deitar.
  2. 2
    Posição nos suportes: ajustar a altura dos suportes da barra para que, com os cotovelos em ligeira flexão, seja possível retirar e devolver a barra com segurança e sem estiramento excessivo dos ombros.
  3. 3
    Spotting: para supino com barra em cargas máximas ou sub-máximas, sempre utilizar um observador (spotter) posicionado atrás do banco, preparado para intervir caso o praticante não consiga completar a repetição.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Setup: deitar no banco com cabeça, ombros e nádegas apoiados; pés firmes no chão. Escápulas em leve retração e depressão. Pegada na barra com largura ~1,5× a dos ombros.
  2. 2
    Retirada da barra: estender os cotovelos para retirar do suporte; posicionar diretamente sobre a linha dos ombros (supino reto) ou linha clavicular (supino inclinado). Manter as escápulas ativas.
  3. 3
    Fase excêntrica (3 s): inspirar e descer a barra de forma controlada até toque leve no peito. Cotovelos a ~75° do tronco — não abrir a 90°. Pulsos em linha com antebraços.
  4. 4
    Fase concêntrica (2 s): expirar e empurrar a barra de volta, em trajetória levemente oblíqua (não vertical pura). Estender os cotovelos sem trancar completamente. Devolver ao suporte somente quando o espotter confirmar.
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Segurança articular

Supino reto pesado — ombro: O supino reto com barra pesada é um dos exercícios com maior incidência de lesão no ombro na musculação. O risco se concentra na fase de descida, quando os cotovelos abertos a 90° combinam com a carga máxima — gerando alto estresse sobre a cápsula articular anterior e o tendão do bíceps. Manter cotovelos a ~75° do tronco é a medida preventiva principal.
Proteger os pulsos: Pulsos em extensão excessiva durante o supino sobrecarregam a articulação radiocárpica. Segurar a barra com a palma posicionada sobre o polegar — não suspensa abaixo do polegar (suicide grip) — garante posição mais segura e controle eficaz.
Aquecimento progressivo obrigatório: Para supino com barra, aquecimento com 40%, 60%, 80% da carga de trabalho (3 séries) antes da série máxima. O peitoral e o manguito rotador devem estar totalmente aquecidos antes da carga máxima para proteção das estruturas articulares.
Condições que limitam o supino: Tendinite bicipital, síndrome do impacto subacromial, instabilidade AC ou glenoumeral e artrose acromioclavicular são condições que contraindicam ou limitam o supino pesado. Nestas condições, halteres com trajetória natural são geralmente melhor tolerados que a barra fixa.
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Referências científicas

  1. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227. PMID: 7650256.
  2. Schick, E.E., Coburn, J.W., Brown, L.E., et al. (2010). A comparison of muscle activation between a Smith machine and free weight bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(3), 779–784. PMID: 20145568.
  3. Trebs, A.A., Brandenburg, J.P., & Pitney, W.A. (2010). An electromyography analysis of 3 muscles surrounding the shoulder joint during the performance of a chest press exercise at several angles. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1925–1930. PMID: 20386132.
  4. Saeterbakken, A.H., van den Tillaar, R., & Fimland, M.S. (2011). A comparison of muscle activity and 1-RM strength of three chest-press exercises with different stability requirements. Journal of Sports Sciences, 29(5), 533–538. PMID: 21225375.
  5. Fonseca, R.M., Roschel, H., Tricoli, V., et al. (2014). Changes in exercises are more effective than in loading schemes to improve muscle strength. Journal of Strength and Conditioning Research, 28(11), 3085–3092. PMID: 24832974.
  6. Duffey, M.J., & Challis, J.H. (2011). Fatigue effects on bar kinematics during the bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 25(1), 139–145. PMID: 21240025.
  7. Lehman, G.J. (2005). The influence of grip width and forearm pronation/supination on upper-body myoelectric activity during the flat bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 19(3), 587–591. PMID: 16095408.
  8. Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., Zheng, N., Lander, J.E., & Andrews, J.R. (2000). Kinetics of the barbell squat performed at varying hip widths. Medicine & Science in Sports & Exercise, 32(12), 1986–1995. PMID: 9565938.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco de supino multifuncional para exercícios em diferentes ângulos com pesos livres, com suportes para a barra.

Os ajustes de inclinação e os suportes de barra permitem realizar supino reto, inclinado e declinado no mesmo banco.

Ajuste o ângulo ao exercício, posicione a barra nos suportes e execute o supino com a coluna bem apoiada e movimento controlado.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), o que dá total liberdade na escolha dos exercícios e na progressão das cargas.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada — estabilidade e conforto para suportar o uso intenso de academias e studios.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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