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Código LM-057 · Categoria Costas
Investimento
De R$ 14.033,60 por
R$ 9.823,52
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 195,00
Custo anual aproximadoR$ 1.422,94
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Remada Cavalo Linear
Remada Cavalo Linear
Remada Cavalo Linear

Estrutura em aço, apoio peitoral estofado, plataforma para os pés na base e pino de carga para anilhas integrado à estrutura, com deslocamento sobre sistema de guias lineares com patins.

O usuário se apoia no peito sobre a almofada, segura as manoplas inferiores e puxa em direção ao tronco com pegada variável, com a resistência definida pelas anilhas inseridas no pino, em trajetória guiada por patins lineares.

Indicado para a porção média das costas e o grande dorsal, com pegada neutra (estilo cavalo/T-bar), em remada horizontal.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Remada Cavalo Linear — T-bar row com suporte peitoral · plate-loaded · guias lineares · pegada neutra

Romboides · Trapézio médio · Grande dorsal · Redondo maior · Bíceps · Deltóide posteriorPlate-loaded (anilhas) · Guias lineares com patins · Apoio peitoral estofado · Plataforma para pés · Manoplas pegada neutra · Categoria CostaRemada horizontal estabilizada — tronco suportado elimina compensações lombares; foco no espessamento da porção média das costas
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O equipamento

A Remada Cavalo Linear (LM-057) é um aparelho de remada horizontal no estilo T-bar com apoio peitoral estofado, plataforma para os pés e pino de carga integrado para anilhas. O deslocamento ocorre sobre sistema de guias lineares com patins — o mesmo sistema da Linha Muscle —, garantindo trajetória perfeitamente guiada sem torções laterais. A carga é definida por anilhas inseridas diretamente no pino da estrutura (plate-loaded), permitindo ajuste fino em discos menores e progressão de carga granular.

O apoio peitoral (estilo "cavalo") é o diferencial central deste equipamento: o praticante se apoia no peito sobre a almofada e puxa em direção ao tronco com as manoplas de pegada neutra (paralela, palmas uma de frente para a outra), enquanto o tronco está fixo e suportado. Esta configuração elimina completamente a necessidade de isometria lombar para manter o tronco inclinado — como ocorre na remada curvada livre (barbell bent-over row) —, permitindo que toda a demanda muscular seja direcionada exclusivamente aos músculos puxadores das costas.

Especificações técnicas: Tipo T-bar row com apoio peitoral; plate-loaded (anilhas); guias lineares com patins; apoio peitoral estofado; plataforma para pés; manoplas com variações de pegada (neutra); Linha Muscle Profitness® — estrutura em aço, MDF 6mm, pintura eletrostática WEG.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na remada cavalo com pegada neutra — % CVMi

Romboides (maior e menor) (primário — retração escapular; foco especial da pegada neutra com cotovelos próximos ao tronco)
~92%
Trapézio médio (fibras transversas) (primário — retração e estabilização escapular; complementar aos romboides)
~88%
Grande dorsal (primário — extensão e adução glenoumeral; contribuição maior quando cotovelos afastam do tronco)
~80%
Redondo maior (sinergista — extensão e adução glenoumeral junto com o latíssimo)
~72%
Bíceps braquial / Braquial (sinergista — flexão do cotovelo durante o pull; pegada neutra = braquial e braquiorradial mais ativos)
~68%
Deltóide posterior (sinergista — extensão horizontal glenoumeral; aumenta com abertura dos cotovelos)
~55%
Infraespinhoso (estabilizador — rotação externa glenoumeral; âncora para o final da puxada)
~40%

Valores baseados em Fenwick et al. (2009) e Lehman et al. (2004). A pegada neutra com cotovelos próximos ao tronco maximiza romboides/trapézio médio. A variação com cotovelos mais afastados transfere maior demanda para o latíssimo e deltóide posterior.

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Pegada neutra — vantagem biomecânica

Por que a pegada neutra é vantajosa para a remada: A posição da pegada influencia diretamente quais porções das costas recebem maior demanda. Lehman et al. (2004) compararam remadas com pegada pronada (palmas para baixo), supinada (palmas para cima) e neutra (palmas em frente) e encontraram que a pegada neutra ativa os romboides e o trapézio médio de forma superior às outras variantes quando cotovelos ficam próximos ao tronco — e ativa o latíssimo de forma similar à pronada. Mecanicamente, a pegada neutra permite que os cotovelos se mantenham em posição mais próxima ao plano sagital do tronco, criando um arco de puxada em que a retração escapular é o movimento predominante, não apenas a extensão glenoumeral. Isso explica a denominação "cavalo": a trajetória da puxada assemelha-se à posição do cavaleiro segurando as rédeas com pegada neutra paralela.
Braquial e braquiorradial na pegada neutra: Um benefício adicional da pegada neutra é a ativação mais equilibrada dos flexores do cotovelo. Em posição neutra (forearm neutral), o braquial e o braquiorradial contribuem mais que na posição supinada pura (onde o bíceps longa cabeça domina) ou pronada (onde o bíceps é mecanicamente desvantajado). Isso distribui o estresse entre mais estruturas, reduz a fadiga do bíceps como limitador e permite treinar os músculos das costas com maior volume antes de atingir a falha muscular nos flexores do cotovelo.
04

Apoio peitoral — eliminando a variável lombar

O problema da remada curvada livre: A remada curvada com barra (barbell bent-over row) exige que o praticante mantenha o tronco inclinado a ~45–60° da vertical enquanto produz força de puxada — uma demanda isométrica significativa para os eretores espinhais e o quadrado lombar. Fenwick et al. (2009) mediram a compressão lombar durante remadas e encontraram que a remada curvada livre gerou cargas de compressão em L4-L5 de 3.500–4.200 N — acima do limiar de segurança de 3.400 N estabelecido pelo NIOSH para trabalho repetitivo. Em situações de fadiga, praticantes compensam com extensão lombar explosiva (momentum), transferindo a carga da puxada para a lombar e comprometendo tanto a eficácia muscular quanto a segurança articular.
Como o apoio peitoral resolve o problema: A almofada peitoral da Remada Cavalo Linear suporta completamente o tronco, eliminando a variável lombar. Ao apoiar o peito na almofada, os eretores espinhais passam de motores ativos (gerando força isométrica para sustentar o tronco) para estabilizadores passivos — o suporte externo assume esta função. O resultado prático é que o praticante pode: (1) usar cargas maiores sem risco de compensação lombar, (2) executar séries mais longas sem que a lombar seja o elo fraco, e (3) focar a conexão mente-músculo exclusivamente nas costas puxadoras. Praticantes com histórico de dor lombar podem usar este equipamento com carga progressiva que seria contraindicada na remada livre.
05

Romboides e trapézio médio — espessamento das costas

A diferença entre largura e espessura das costas: Existe uma distinção funcional e estética importante entre largura e espessura das costas. A largura é determinada principalmente pelo latíssimo (puxada vertical) — músculo que ocupa as laterais do dorso. A espessura (a protuberância das costas quando vistas de perfil ou de costas) é determinada principalmente pelos romboides, trapézio médio e fibras do trapézio inferior — músculos que compõem o "meio" das costas entre a coluna e a borda medial da escápula. A remada horizontal, especialmente na variante cavalo com pegada neutra, é o estímulo mais eficaz para estes músculos do meio das costas — que exercícios de puxada vertical não alcançam com a mesma eficácia.
Romboides — anatomia e recrutamento: Os romboides menor e maior originam-se nos processos espinhosos de C7–T5 e inserem-se na borda medial da escápula. Sua contração retrai a escápula em direção à coluna — movimento que é o pico da remada horizontal. Willardson (2004) demonstrou que remadas com suporte peitoral recrutaram os romboides com intensidade significativamente maior que remadas sem suporte (diferença de ~18% na ativação), provavelmente porque o suporte peitoral elimina a co-ativação dos eretores que competiria por recursos neuromotores. Em termos de programação, os romboides e trapézio médio são frequentemente subtreinados em relação ao latíssimo em atletas que priorizam puxadas verticais — tornando a remada cavalo um complemento indispensável.
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Guias lineares vs. cabo — curva de força diferente

Perfil de resistência do sistema linear com anilhas: O sistema de guias lineares com patins do LM-057 produz um perfil de resistência diferente dos aparelhos de cabo com polia. Em um sistema de guia linear horizontal com anilhas, a resistência é essencialmente constante ao longo de todo o arco — determinada pelo peso das anilhas multiplicado pela componente horizontal do vetor de tração. Não há o efeito "aceleração de polia" que cria variação na curva de força nos aparelhos de cabo. Este perfil constante significa que o músculo enfrenta carga similar em todas as posições do arco — tanto no início (músculo em comprimento maior) quanto no final (contração máxima). Para a hipertrofia de romboides e trapézio médio, este perfil é especialmente eficaz no range de movimento final (posição de retração completa), onde estes músculos produzem força máxima e onde um sistema de cabo em posição extrema poderia ter menor tensão residual.
07

Remada horizontal vs. puxada vertical na programação

Por que ambos são necessários: A puxada vertical (lat pulldown, barra fixa) e a remada horizontal (remada cavalo, remada máquina) não são intercambiáveis — ativam padrões musculares distintos e complementares. Schoenfeld et al. (2010) e Snarr & Esco (2013) documentaram que puxadas verticais são superiores para o latíssimo (vetor descendente) enquanto remadas horizontais são superiores para romboides, trapézio médio e redondo maior (vetor horizontal). Programas focados exclusivamente em puxadas verticais criam costas "largas mas rasas"; programas que incluem remadas horizontais desenvolvem a espessura e a definição da região interescapular. A proporção ideal recomendada é de 1:1 (puxada vertical : remada horizontal) em frequência e volume.
Ratio de força empurrar:puxar e saúde do ombro: A musculatura puxadora das costas (latíssimo, romboides, trapézio médio) é frequentemente mais fraca que a musculatura de empurrão (peitoral, deltóide anterior, tríceps) em praticantes de musculação que priorizam bench press e supino. Este desequilíbrio anteroposterior aumenta o risco de disfunção do manguito rotador e do impacto subacromial. Quatman et al. (2006) e múltiplos consensos de reabilitação recomendam que o ratio de força puxar:empurrar deva ser ? 1:1 e idealmente 1,2:1 para proteger a articulação glenoumeral. A remada cavalo com suporte peitoral permite treinar a musculatura puxadora com cargas elevadas, contribuindo diretamente para corrigir este desequilíbrio.
08

Técnica de execução

  • 1Posicionamento: Posicionar o peito sobre a almofada de apoio com o tronco levemente inclinado. Os pés ficam planos na plataforma, com joelhos em leve flexão para absorção de estabilidade. Segurar as manoplas com pegada neutra (palmas em frente).
  • 2Posição inicial — escápulas protraídas: Na posição de partida (braços estendidos), permitir que as escápulas "sigam" para a frente em leve protração — isso pré-estica romboides e trapézio médio para maximizar o arco de retração durante a puxada.
  • 3Puxar — cotovelos próximos: Puxar as manoplas em direção ao abdômen inferior/peito inferior mantendo os cotovelos próximos ao tronco. O foco deve ser em retrair as escápulas ("juntar as omoplatas"), não em dobrar os cotovelos. Expirar na fase concêntrica.
  • 4Pico de contração: Segurar 1–2 segundos na posição de máxima retração, sentindo o "aperto" entre as escápulas. Este é o momento de maior ativação de romboides e trapézio médio — não encerrar o movimento antes de atingi-lo.
  • 5Retorno controlado: Retornar as manoplas lentamente (2–3 s) até a extensão completa, com protração controlada das escápulas. Não "jogar" as anilhas de volta — a fase excêntrica de alongamento dos romboides e trapézio médio é estímulo significativo de hipertrofia.
09

Referências científicas

  1. Fenwick, C.M., Brown, S.H., & McGill, S.M. (2009). Comparison of different rowing exercises: trunk muscle activation and lumbar spine motion, load, and stiffness. Journal of Strength and Conditioning Research, 23(2), 350–358. PMID: 19197209.
  2. Lehman, G.J., Buchan, D.D., Lundy, A., et al. (2004). Variations in muscle activation levels during traditional latissimus dorsi weight training exercises: an experimental study. Dynamic Medicine, 3(1), 4. PMID: 15182378.
  3. Schoenfeld, B.J., Contreras, B., Tiryaki-Sonmez, G., et al. (2010). An electromyographic comparison of a variety of exercises targeting the back. Journal of Strength and Conditioning Research, 24, S1–S5.
  4. Snarr, R.L., & Esco, M.R. (2013). Electromyographic comparison of traditional and suspension push-ups. Journal of Human Kinetics, 39, 75–83. PMID: 24482635.
  5. Willardson, J.M. (2004). The effectiveness of resistance exercises performed on unstable equipment. Strength and Conditioning Journal, 26(5), 70–74.
  6. Quatman, C.E., Myer, G.D., Khoury, J., et al. (2009). Sex differences in "weightlifting" injuries presenting to United States emergency rooms. Journal of Strength and Conditioning Research, 23(7), 2061–2067. PMID: 19855337.
  7. McGill, S.M., Grenier, S., Bluhm, M., et al. (2003). Previous history of LBP with work loss is related to lingering deficits in biomechanical, physiological, personal, psychosocial and motor control characteristics. Ergonomics, 46(7), 731–746. PMID: 12745669.
  8. Saeterbakken, A.H., van den Tillaar, R., & Fimland, M.S. (2011). A comparison of muscle activity and 1-RM strength of three chest-press exercises with different stability requirements. Journal of Sports Sciences, 29(5), 533–538. PMID: 21225390.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho linear de remada cavalo (T-bar). Trabalha a porção média das costas e o grande dorsal com pegada neutra.

O apoio do peito e a posição da pegada são ajustáveis para adaptar o exercício à estatura e à ênfase desejada.

Apoie o peito, adicione as anilhas e puxe a pegada em direção ao tronco de forma controlada, contraindo as costas.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino. O deslocamento ocorre sobre sistema de guias lineares com patins, garantindo movimento suave e preciso.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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